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MMA lança Escolas +Verdes para estimular ações sustentáveis na educação

Foto Créditos: Vosmar Rosa

Investimento de até R$ 300 milhões será realizado em duas etapas, financiando projetos voltados para reciclagem, reúso e eficiência no uso da água, energias limpas, dentre outros; Parceria com o Ministério da Educação intensificará as ações.

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou, nesta quarta-feira (14/09/22) o Escolas +Verdes, iniciativa que tem como objetivo promover a sustentabilidade nas escolas brasileiras, com um investimento inicial previsto em até R$ 300 milhões. A medida, realizada em parceria com Ministério da Educação (MEC), visa promover ações de cidadania e educação ambiental, como a separação e tratamento de resíduos, reciclagem, logística reversa, reúso e eficiência no uso de água, eficiência energética e energias renováveis. A portaria que regulamenta o Escolas +Verdes e define os critérios para os projetos foi assinada pelo ministro Joaquim Leite e contou com a presença dos ministros da Educação, Victor Godoy, e da cidadania, Ronaldo Bento.

Escolas públicas ou particulares que adotem práticas de sustentabilidade também poderão requisitar o selo Escola +Verde. A certificação é um reconhecimento do Ministério do Meio Ambiente e um diferencial para estimular a educação ambiental dentro e fora de sala de aula.

Segundo o ministro Joaquim Leite, a instalação de biodigestores traz uma abordagem prática e eficiente para a educação ambiental. “Iniciativas como esta despertam no aluno a preocupação em separar o lixo, em destinar corretamente o resíduo orgânico e o sólido. Essa é uma ação do governo que mostra como fazer educação ambiental de forma direta. Se conseguirmos colocar vários biodigestores nas escolas do país, vamos evitar lixo nas cidades, nos rios e evitar emissões de gás metano, por exemplo”, destacou o ministro.

Na primeira etapa, estão previstos R$ 100 milhões para a instalação de biodigestores em escolas, possibilitando a produção de biogás a partir de resíduos orgânicos. O biodigestor é um equipamento que produz, além do biogás, o biofertilizante líquido. Assim, cascas, sementes, bagaço de frutas e restos de legumes deixam de ir para o lixo comum e geram o combustível usado no preparo da merenda escolar, substituindo a compra de botijões de GLP. A estrutura do equipamento pode ser usada, ainda, para o tratamento de esgoto em escolas que ainda não têm saneamento básico.

O ministro da educação, Victor Godoy, destacou o fato de haver mais de 7.800 escolas sem acesso às redes de esgoto, a maioria delas na zona rural. “Por isso é importante trabalhar a conscientização dos alunos, professores e da comunidade para o tratamento desses resíduos, que muitas vezes acabaria ali nos córregos, que são áreas importantes de preservação no país. Com isso, a gente começa a trabalhar, também, outros conteúdos pedagógicos. Os professores têm essa possibilidade de enriquecer a aula com uma abordagem mais prática”, reforçou Godoy.

A aquisição e implantação dos biodigestores em escolas públicas será financiada pelo Ministério do Meio Ambiente. O financiamento será feito a partir de recursos próprios ou provenientes de cooperação, acordos, ajustes e outros instrumentos celebrados pelo MMA com governos estrangeiros e organismos internacionais ou órgãos e entidades públicas ou privadas, nacionais ou internacionais, com ou sem fins lucrativos.

“Esse é um programa voltado para a melhoria da qualidade de vida da população. Este é um programa voltado para a sustentabilidade e ao acesso global à saúde e à educação. É nisso que a gente acredita, é nesse propósito que nós vamos avançar para, cada vez mais, entregar para a população aquilo que ela merece, que é uma escola de qualidade, um meio ambiente protegido, promovendo a nossa cidadania plena”, disse o ministro da Cidadania, Ronaldo Bento.

As iniciativas sustentáveis, como o biodigestor, abrem espaço para a interdisciplinaridade, pois permite que educadores nas áreas de biologia, matemática, química, física e ciências possam abordar os assuntos de forma prática com seus alunos.

Para a segunda fase do programa, a previsão é que sejam investidos R$ 200 milhões, abrangendo outras iniciativas sustentáveis.

O lançamento da iniciativa Escolas +Verdes teve como primeira medida concreta o lançamento de Edital, assinado na mesma data, que beneficiará mais de 200 escolas.

Fonte: ASCOM MMA

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