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	<title>Onegreen</title>
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	<description>Software de Gestão de Licenciamento Ambiental</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Jul 2026 15:07:26 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Onegreen</title>
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		<title>Organização de evidências do licenciamento ambiental: como centralizar relatórios, laudos e ARTs para responder a fiscalizações em minutos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 15:07:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Condicionantes]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas Úteis]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Organize as evidências do licenciamento ambiental e centralize laudos, relatórios e ARTs para responder a fiscalizações em minutos, não em dias.</p>
<p>O post <a href="https://onegreen.com.br/organizacao-evidencias-licenciamento-ambiental/">Organização de evidências do licenciamento ambiental: como centralizar relatórios, laudos e ARTs para responder a fiscalizações em minutos</a> apareceu primeiro em <a href="https://onegreen.com.br">Onegreen</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A fiscalização ambiental não gira mais em torno da emissão da licença. Com a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/lei/l15190.htm">Lei nº 15.190/2025</a> (Lei Geral do Licenciamento Ambiental), o controle do órgão ambiental passou a acontecer cada vez mais depois da emissão, <strong>por monitoramento e auditoria da conformidade</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://onegreen.com.br/">Onegreen: centralize a gestão centralizada do licenciamento ambiental em um único ambiente.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, o ônus de comprovar o cumprimento das obrigações recai sobre a empresa. Quando um fiscal pede a evidência de uma condicionante,<strong> quem responde rápido e com o documento organizado protege a licença</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já quem leva horas procurando um laudo antigo em pastas e e-mails fica exposto a autuações.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo mostra:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O que conta como evidência</li>



<li>Quais documentos precisam estar sempre à mão&nbsp;</li>



<li>Como centralizar relatórios, laudos e ARTs para responder a uma fiscalização em minutos</li>
</ul>



<h2 id="h-o-que-sao-evidencias-do-licenciamento-ambiental" class="wp-block-heading"><strong>O que são evidências do licenciamento ambiental?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Evidência é todo<strong> registro que comprova o atendimento a uma obrigação da licença</strong>. Cada condicionante gera uma prova, que a empresa apresenta ao órgão ambiental quando é questionada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O termo costuma ser tratado de forma vaga, mas tem sentido operacional claro no licenciamento. A <strong>evidência conecta a obrigação (a condicionante) ao fato (a execução comprovada).</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As evidências mais comuns em um processo de licenciamento incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Laudos laboratoriais de efluentes, emissões atmosféricas e ruído</li>



<li>Relatórios de monitoramento e de desempenho ambiental</li>



<li>Anotações de Responsabilidade Técnica (ART) e RRT dos responsáveis por estudos e projetos</li>



<li>Manifestos de Transporte de Resíduos (MTR) e comprovantes de destinação final</li>



<li>Registros fotográficos, atas de audiência pública e protocolos de entrega</li>



<li>Cópias das licenças e das condicionantes vinculadas a cada obrigação</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender como essas obrigações são definidas pelo órgão, vale consultar o conteúdo sobre <a href="https://blog.iusnatura.com.br/condicionantes-ambientais/">condicionantes ambientais</a>.</p>



<h2 id="h-por-que-a-organizacao-de-evidencias-e-prioridade" class="wp-block-heading"><strong>Por que a organização de evidências é prioridade?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei nº 15.190/2025 reorganizou o papel do órgão ambiental. Em vez de analisar tudo antes de conceder a licença, o órgão passou a atuar como fiscalizador posterior, com foco em monitoramento e auditoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Modalidades como a Licença por Adesão e Compromisso (LAC) funcionam por autodeclaração: a empresa declara que cumpre os requisitos e a licença é emitida. A verificação ocorre depois, muitas vezes por amostragem.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Esse desenho aumenta a responsabilidade do empreendedor</strong>. A licença continua válida enquanto a empresa consegue comprovar o cumprimento; sem evidência organizada, a mesma licença vira um passivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para acompanhar o que mudou com a nova lei, veja o artigo <a href="https://blog.iusnatura.com.br/lei-geral-licenciamento-ambiental/">Lei Geral do Licenciamento Ambiental: o que mudou</a>.</p>



<h2 id="h-quais-documentos-nao-podem-faltar-quando-o-fiscal-chega" class="wp-block-heading"><strong>Quais documentos não podem faltar quando o fiscal chega?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A fiscalização costuma pedir a comprovação das condicionantes da fase atual da licença, além dos monitoramentos periódicos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista varia por estado, tipo de empreendimento e órgão, mas alguns itens aparecem quase sempre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tenha sempre disponível e vinculado à respectiva condicionante:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Relatório de cumprimento de cada condicionante, com status e evidências anexadas</li>



<li>Resultados analíticos dos monitoramentos do período exigido (efluentes, emissões e ruído)</li>



<li>ARTs dos responsáveis técnicos por laudos, estudos e projetos</li>



<li>Comprovantes de destinação de resíduos e o plano de gerenciamento atualizado</li>



<li>Protocolos de entrega de relatórios aos órgãos e cópia da licença vigente</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Um checklist detalhado por fase (LP, LI e LO) ajuda a não deixar lacunas. O <a href="https://onegreen.com.br/checklist-de-documentos-do-licenciamento-ambiental-lp-li-e-lo/">Checklist de Documentos do Licenciamento Ambiental</a> organiza esses itens por etapa.</p>



<h2 id="h-o-que-acontece-se-a-empresa-nao-conseguir-apresentar-as-evidencias" class="wp-block-heading"><strong>O que acontece se a empresa não conseguir apresentar as evidências?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência de comprovação não é um problema apenas burocrático. Ela pode configurar descumprimento de condicionante e gerar auto de infração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/decreto/d6514.htm">Decreto nº 6.514/2008</a> prevê sanções administrativas que vão da advertência e multa até o embargo e a suspensão ou o cancelamento da licença. Em situações mais graves, a conduta pode alcançar a esfera penal da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm">Lei nº 9.605/1998</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há ainda a responsabilidade civil, que no direito ambiental é objetiva: <strong>o poluidor responde pela reparação do dano independentemente de culpa </strong>(<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938.htm">Lei nº 6.938/1981, art. 14, §1º</a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um detalhe passa despercebido com frequência: às vezes o documento existe e a obrigação foi cumprida, mas a empresa não localiza a evidência a tempo nem consegue relacioná-la ao requisito. Na prática,<strong> isso produz o mesmo resultado de não ter cumprido</strong>.</p>



<h2 id="h-como-centralizar-relatorios-laudos-e-arts-para-responder-em-minutos" class="wp-block-heading"><strong>Como centralizar relatórios, laudos e ARTs para responder em minutos?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Responder rápido depende de um método aplicado no dia a dia. Cinco práticas sustentam esse resultado:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vincular cada evidência diretamente à condicionante e à licença que ela comprova</li>



<li>Padronizar nomes, tipos e pastas dos documentos desde o cadastro</li>



<li>Controlar prazos com alertas antecipados de vencimento</li>



<li>Registrar histórico completo de execuções, protocolos e comentários</li>



<li>Manter tudo em um único sistema pesquisável, e não espalhado em planilhas</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse ponto que um software especializado muda a rotina. O <a href="http://onegreen.com.br">Onegreen</a>, plataforma da Ius voltada à gestão do licenciamento ambiental, foi desenhado para que cada obrigação tenha sua prova anexada.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="776" height="908" src="https://onegreen.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-4.png" alt="Organização de Evidências no Sistema Onegreen" class="wp-image-6520" style="aspect-ratio:0.8546516549564039;width:472px;height:auto" srcset="https://onegreen.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-4.png 776w, https://onegreen.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-4-256x300.png 256w, https://onegreen.com.br/wp-content/uploads/2026/07/image-4-768x899.png 768w" sizes="(max-width: 776px) 100vw, 776px" /></figure>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Organização de Evidências no Sistema Onegreen</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na execução de uma condicionante, o registro de comentários e evidências é obrigatório, e cada <strong>documento fica ligado à licença correspondente</strong>. Quando o fiscal pede a comprovação de um monitoramento, a busca por licença, tarefa ou tipo de documento retorna o arquivo em segundos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema também<strong> importa licenças e condicionantes a partir de PDFs com leitura automática </strong>(IA e OCR), o que reduz o cadastro manual. E o<strong> relatório de evidências de execução reúne comentários, laudos e documentos </strong>com download em lote, útil para montar uma resposta consolidada a uma notificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://onegreen.com.br/">Conheça o Onegreen e veja como centralizar licenças, condicionantes e evidências em uma única plataforma.</a>&nbsp;</p>



<h2 id="h-qual-e-o-papel-da-art-na-comprovacao-tecnica" class="wp-block-heading"><strong>Qual é o papel da ART na comprovação técnica?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) identifica, para efeitos legais, o profissional responsável por um serviço de engenharia, arquitetura ou agronomia (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6496.htm">Lei nº 6.496/1977</a>). No licenciamento, laudos e estudos ambientais costumam exigir a ART do responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Guarde a ART sempre junto do laudo ou estudo que ela cobre</strong>. Uma ART solta, sem o documento técnico correspondente, perde parte de sua função como prova.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Manter esse vínculo organizado evita retrabalho quando o órgão questiona a autoria ou a validade de um estudo apresentado.</p>



<h2 id="h-conclusao" class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A organização de evidências do licenciamento ambiental é parte fundamental da segurança jurídica da operação. Com a fiscalização posterior, comprovar rápido é tão importante quanto cumprir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caminho é conhecido: vincular cada prova à sua obrigação, padronizar o cadastro, controlar prazos e centralizar tudo em um sistema pesquisável. Assim, uma fiscalização deixa de ser uma corrida contra o relógio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para estruturar essa gestão de ponta a ponta, conheça o Onegreen e organize licenças, condicionantes e evidências em um só lugar: <a href="https://onegreen.com.br/">onegreen.com.br</a></p>
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		<title>Licenciamento ambiental na mineração: como funciona e o que mudou com a nova lei</title>
		<link>https://onegreen.com.br/licenciamento-ambiental-na-mineracao-como-funciona-e-o-que-mudou-com-a-nova-lei/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Baltazar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 18:38:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como funciona o licenciamento ambiental na mineração: etapas, licenças, prazos, EIA/RIMA e as mudanças da Lei nº 15.190/2025.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nenhuma atividade de extração mineral pode operar legalmente no Brasil sem <a href="https://onegreen.com.br/licenciamento-ambiental-guia-completo-para-empresas/">licença ambiental</a>. A exigência acompanha todo o ciclo do empreendimento, da pesquisa mineral ao fechamento da mina, e envolve tanto os órgãos ambientais quanto a <a href="https://www.gov.br/anm/pt-br">Agência Nacional de Mineração (ANM)</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo ganhou novas regras com a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/lei/l15190.htm">Lei nº 15.190/2025</a>, a Lei Geral do Licenciamento Ambiental (LGLA), em vigor desde fevereiro de 2026. A norma redefiniu modalidades de licença, prazos de análise e critérios para condicionantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo explica:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Como funciona o licenciamento ambiental na mineração</li>



<li>Quais licenças são exigidas</li>



<li>Qual órgão é responsável pela análise</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Veja também a resposta para as dúvidas mais comuns de quem gerencia esses processos no setor.</p>



<h2 id="h-o-que-e-o-licenciamento-ambiental-na-mineracao" class="wp-block-heading">O que é o licenciamento ambiental na mineração</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O licenciamento ambiental é o processo administrativo pelo qual o órgão ambiental <strong>autoriza a localização, a instalação e a operação de atividades que utilizam recursos naturais ou podem causar degradação</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obrigatoriedade está prevista no art. 10 da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938.htm">Lei nº 6.938/1981</a> (Política Nacional do Meio Ambiente).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mineração está expressamente listada entre as atividades sujeitas ao licenciamento no Anexo 1 da <a href="https://www.ibama.gov.br/sophia/cnia/legislacao/MMA/RE0237-191297.PDF">Resolução CONAMA nº 237/1997</a>, que inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>pesquisa mineral</li>



<li>lavra a céu aberto</li>



<li>lavra subterrânea</li>



<li>lavra garimpeira </li>



<li>beneficiamento</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso significa que <strong>o empreendimento minerário precisa de licença ambiental em todas as fases:</strong> pesquisa, implantação da mina, lavra, beneficiamento e encerramento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para uma visão geral do processo em qualquer setor, consulte o <a href="https://onegreen.com.br/licenciamento-ambiental-guia-completo-para-empresas/">guia completo de licenciamento ambiental para empresas</a> publicado aqui no blog.</p>



<h2 id="h-quais-normas-regem-o-licenciamento-ambiental-na-mineracao" class="wp-block-heading">Quais normas regem o licenciamento ambiental na mineração</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O setor mineral responde a um conjunto de normas federais, complementadas por regulamentos estaduais e municipais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As principais são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938.htm">Lei nº 6.938/1981</a> (Política Nacional do Meio Ambiente): institui o licenciamento como instrumento de controle ambiental</li>



<li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/lei/l15190.htm">Lei nº 15.190/2025</a> (Lei Geral do Licenciamento Ambiental): estabelece normas gerais, modalidades de licença e prazos máximos de análise</li>



<li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp140.htm">Lei Complementar nº 140/2011</a>: define qual ente federativo (União, estado ou município) é competente para licenciar cada empreendimento</li>



<li><a href="https://www.ibama.gov.br/sophia/cnia/legislacao/MMA/RE0237-191297.PDF">Resolução CONAMA nº 237/1997</a>: estruturou o modelo de Licença Prévia, de Instalação e de Operação e lista a mineração entre as atividades licenciáveis</li>



<li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del0227compilado.htm">Decreto-Lei nº 227/1967</a> (Código de Mineração): disciplina os regimes de aproveitamento mineral e as obrigações do minerador, incluindo a recuperação ambiental das áreas impactadas</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atenção a um ponto importante:</strong> o texto da LGLA foi alterado após a sanção, com a derrubada de parte dos vetos presidenciais pelo Congresso em dezembro de 2025 e os ajustes promovidos pela Lei nº 15.300/2025. Antes de tomar decisões com base na lei, <strong>consulte sempre a versão consolidada no site do Planalto</strong>.</p>



<h2 id="h-quais-licencas-ambientais-a-mineradora-precisa-obter" class="wp-block-heading">Quais licenças ambientais a mineradora precisa obter</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O modelo trifásico criado pela Resolução CONAMA nº 237/1997 foi mantido pela LGLA e continua sendo o caminho padrão para empreendimentos minerários.</p>



<h3 id="h-licenca-previa-lp" class="wp-block-heading">Licença Prévia (LP)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Aprova a localização e a concepção do empreendimento e atesta sua viabilidade ambiental. É nessa fase que os estudos ambientais são elaborados e analisados, e que as primeiras condicionantes são definidas.</p>



<h3 id="h-licenca-de-instalacao-li" class="wp-block-heading">Licença de Instalação (LI)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Autoriza a implantação da mina: desenvolvimento da área, construção do complexo mineiro e execução dos projetos de controle ambiental. Depende do cumprimento das condicionantes estabelecidas na LP.</p>



<h3 id="h-licenca-de-operacao-lo" class="wp-block-heading">Licença de Operação (LO)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Autoriza a lavra e o beneficiamento do minério, após a verificação de que as medidas de controle previstas nas fases anteriores foram implantadas. A LO tem prazo de validade e precisa ser renovada periodicamente.</p>



<h3 id="h-novas-modalidades-criadas-pela-lei-nº-15-190-2025" class="wp-block-heading">Novas modalidades criadas pela Lei nº 15.190/2025</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A LGLA consolidou modalidades adicionais que podem alcançar o setor mineral em situações específicas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Licença Ambiental Única (LAU): </strong>reúne as fases do licenciamento em um único ato, quando admitido pela autoridade licenciadora</li>



<li><strong>Licença Ambiental Especial (LAE):</strong> destinada a empreendimentos considerados estratégicos pelo governo federal, com rito e prazos próprios</li>



<li><strong>Licença de Operação Corretiva (LOC):</strong> cria um caminho formal para regularizar atividades que operam sem licença válida</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Licença por Adesão e Compromisso (LAC),</strong> modalidade autodeclaratória simplificada, <strong>é vedada para atividades minerárias</strong>, com exceção da exploração de areia, cascalho e brita e da lavra de diamante por faiscação sem desmonte de talude, conforme o art. 22 da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/lei/l15190.htm">LGLA</a>, na redação dada pela Lei nº 15.300/2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada fase tem uma lista própria de documentos. Reunimos as exigências mais recorrentes no artigo <a href="https://onegreen.com.br/checklist-de-documentos-do-licenciamento-ambiental-lp-li-e-lo/">Checklist de documentos do licenciamento ambiental: LP, LI e LO</a>.</p>



<h2 id="h-licenca-ambiental-e-titulo-minerario-qual-o-papel-da-anm" class="wp-block-heading">Licença ambiental e título minerário: qual o papel da ANM</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das confusões mais comuns do setor é tratar o título minerário e a licença ambiental como uma coisa só. São processos distintos e cumulativos: a ANM autoriza o aproveitamento do recurso mineral, enquanto o órgão ambiental autoriza a intervenção no meio ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del0227compilado.htm">Código de Mineração</a> prevê regimes de aproveitamento como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a autorização de pesquisa</li>



<li>a concessão de lavra</li>



<li>o regime de licenciamento mineral </li>



<li>a permissão de lavra garimpeira. </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nenhum deles dispensa a licença ambiental correspondente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O inverso também vale: <strong>ter a licença ambiental não autoriza a extração sem o título minerário.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, os dois processos correm em paralelo e um costuma condicionar etapas do outro, o que exige<strong> controle rigoroso de protocolos e prazos em duas frentes</strong>.</p>



<h2 id="h-qual-orgao-ambiental-licencia-a-mineracao" class="wp-block-heading">Qual órgão ambiental licencia a mineração</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A competência segue as regras da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp140.htm">Lei Complementar nº 140/2011</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na maioria dos casos,</strong> o licenciamento de empreendimentos minerários é conduzido pelo <strong>órgão ambiental estadual</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O IBAMA assume o licenciamento em situações específicas, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>empreendimentos localizados em dois ou mais estados</li>



<li>terras indígenas</li>



<li>no mar territorial ou cujos impactos ultrapassem fronteiras estaduais. </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Municípios licenciam atividades de impacto local</strong>, conforme a tipologia definida em cada estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como as regras de enquadramento, <strong>os estudos exigidos e os sistemas de protocolo variam de estado para estado</strong>, mineradoras com unidades em diferentes regiões lidam com procedimentos distintos ao mesmo tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gerenciar licenças, condicionantes e protocolos em vários órgãos e estados é exatamente o problema que o Onegreen resolve. A plataforma nasceu no setor da mineração e centraliza todo o processo de licenciamento ambiental em um só lugar. </strong><a href="https://onegreen.com.br/">Conheça o Onegreen</a><strong>.</strong></p>



<h2 id="h-duvidas-frequentes-sobre-o-licenciamento-ambiental-na-mineracao" class="wp-block-heading">Dúvidas frequentes sobre o licenciamento ambiental na mineração</h2>



<h3 id="h-quando-o-eia-rima-e-obrigatorio" class="wp-block-heading">Quando o EIA/RIMA é obrigatório?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Estudo de Impacto Ambiental e o respectivo Relatório (EIA/RIMA) são exigidos para <strong>atividades com potencial de significativa degradação ambiental</strong>, conforme o art. 3º da &nbsp; Projetos minerários de grande porte normalmente se enquadram nessa hipótese.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o órgão licenciador verifica que o empreendimento não causa degradação significativa, pode exigir estudos simplificados, como o Relatório de Controle Ambiental (RCA) e o Plano de Controle Ambiental (PCA).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O enquadramento é definido caso a caso, <strong>conforme porte, localização e potencial poluidor</strong>.</p>



<h3 id="h-quanto-tempo-demora-o-licenciamento-ambiental-na-mineracao" class="wp-block-heading">Quanto tempo demora o licenciamento ambiental na mineração?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A LGLA fixou prazos máximos de análise pelos órgãos ambientais, contados da entrega do estudo ambiental e da documentação completa (art. 47 da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/lei/l15190.htm">Lei nº 15.190/2025</a>):</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>10 meses para a LP, quando o estudo exigido for o EIA</li>



<li>6 meses para a LP, nos casos dos demais estudos</li>



<li>3 meses para a LI, a LO, a LOC e a LAU</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, <strong>o tempo total do processo tende a ser maior</strong>, porque pedidos de complementação, audiências públicas e o próprio prazo de elaboração dos estudos não entram nessa contagem.</p>



<h3 id="h-a-mineracao-pode-usar-o-licenciamento-simplificado-por-adesao-lac" class="wp-block-heading">A mineração pode usar o licenciamento simplificado por adesão (LAC)?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Como regra, não. <strong>A LGLA vedou a LAC para atividades minerárias</strong>, ressalvadas a exploração de areia, cascalho e brita e a lavra de diamante por faiscação sem desmonte de talude.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os demais empreendimentos do setor, permanecem as modalidades convencionais.</p>



<h3 id="h-o-que-sao-condicionantes-ambientais" class="wp-block-heading">O que são condicionantes ambientais?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Condicionantes são as medidas, condições e restrições fixadas na licença para prevenir, mitigar ou compensar os impactos do empreendimento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A LGLA reforçou que elas devem ter nexo causal com os impactos identificados nos estudos, com fundamentação técnica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mineração, é comum que um único empreendimento acumule dezenas ou centenas de condicionantes distribuídas entre LP, LI e LO.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O descumprimento pode suspender a licença e paralisar a operação.</p>



<h3 id="h-o-que-acontece-se-a-mina-operar-sem-licenca-ambiental" class="wp-block-heading">O que acontece se a mina operar sem licença ambiental?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Operar atividade potencialmente poluidora sem licença configura crime ambiental, previsto no art. 60 da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm">Lei nº 9.605/1998</a>, além de sujeitar a empresa a multas, embargos e suspensão das atividades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A LOC, criada pela LGLA, oferece um caminho formal de regularização para quem já opera de forma irregular, mas não elimina as penalidades pelo período sem licença.</p>



<h2 id="h-como-organizar-a-gestao-do-licenciamento-ambiental-na-mineradora" class="wp-block-heading">Como organizar a gestão do licenciamento ambiental na mineradora</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Obter a licença é apenas o começo</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desafio permanente está em <strong>manter válidas todas as licenças</strong> de todas as unidades, <strong>cumprir cada condicionante no prazo</strong> e <strong>comprovar isso perante órgãos ambientais</strong>, ANM, auditores e financiadores.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma rotina estruturada de gestão inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mapear todas as licenças, autorizações e outorgas de cada unidade operacional</li>



<li>Centralizar documentos, protocolos e evidências de cumprimento em um único repositório</li>



<li>Monitorar prazos de condicionantes e de renovação com alertas automáticos</li>



<li>Acompanhar os processos ambientais e minerários de forma integrada</li>



<li>Gerar relatórios periódicos de status para a gestão e para auditorias</li>
</ul>



<h2 id="h-conclusao" class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O licenciamento ambiental na mineração é um processo contínuo, que começa antes da pesquisa mineral e só termina com o fechamento adequado da mina.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei nº 15.190/2025 trouxe prazos máximos e novas modalidades, mas também aumentou a importância da organização documental e do controle de condicionantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que estruturam essa gestão reduzem o risco de multas, embargos e atrasos, e chegam às renovações com o histórico completo em mãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Onegreen é o software da Ius especializado na gestão do licenciamento ambiental: monitora licenças, condicionantes, prazos e evidências de múltiplos empreendimentos em uma única plataforma. </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://onegreen.com.br/">Solicite uma demonstração do Onegreen</a><strong>.</strong></p>
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		<title>Condicionantes Ambientais: o que são, tipos, exemplos e como gerenciar</title>
		<link>https://onegreen.com.br/condicionantes-ambientais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Lafetá]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 20:02:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Condicionantes]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Saiba o que são condicionantes ambientais, como se classificam, quais as consequências do descumprimento e como estruturar a gestão por licença de forma segura e rastreável.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Obter uma licença ambiental é um marco importante, mas não encerra as obrigações do empreendedor com o órgão licenciador. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da emissão do documento, começa a fase de cumprimento das <strong>condicionantes ambientais</strong>: um conjunto de determinações técnicas e legais que a empresa precisa atender para manter a validade da autorização e continuar operando dentro da lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://onegreen.com.br/">Onegreen: Tecnologia para Gestão Otimizada das suas Condicionantes, com IA e integração com órgãos ambientais.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O descumprimento de uma única condicionante pode ter consequências como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>suspensão ou cassação da licença</li>



<li>embargo das atividades</li>



<li>responsabilização civil e penal dos gestores responsáveis</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, para muitas empresas com dezenas ou centenas de condicionantes distribuídas entre múltiplas licenças e empreendimentos, o <strong>controle manual por planilhas é inviável</strong> e pode <strong>provocar falhas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo explica:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O que são as condicionantes ambientais</li>



<li>Como a Lei Geral do Licenciamento Ambiental (Lei 15.190/2025) trata delas</li>



<li>Quais são os tipos e exemplos práticos</li>



<li>Quais as consequências do descumprimento</li>



<li>Como estruturar uma gestão eficiente para empresas de qualquer porte</li>
</ul>



<h2 id="h-o-que-sao-condicionantes-ambientais" class="wp-block-heading"><strong>O que são condicionantes ambientais</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">As <strong>condicionantes ambientais são medidas, condições ou restrições </strong>estabelecidas pela autoridade licenciadora nas licenças ambientais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A definição legal agora está na <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/lei/l15190.htm">Lei 15.190/2025 (LGLA)</a>, que em seu art. 3º, inciso IV, as define como:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“medidas, condições ou restrições sob responsabilidade do empreendedor, estabelecidas no âmbito das licenças ambientais pela autoridade licenciadora, de modo a prevenir, mitigar ou compensar os impactos ambientais negativos identificados nos estudos ambientais.”</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes da LGLA, as condicionantes eram tratadas por resoluções do CONAMA e normas administrativas estaduais, sem uniformidade nacional.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www.ibama.gov.br/sophia/cnia/legislacao/MMA/RE0237-191297.PDF">Resolução CONAMA 237/1997</a> previa a possibilidade de o órgão ambiental estabelecer condições e restrições nas licenças, mas não havia definição legal formal do instituto.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova lei geral do licenciamento preencheu essa lacuna e elevou o tratamento das condicionantes a nível federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, as condicionantes funcionam como cláusulas vinculantes da licença.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplo</strong><br>O órgão ambiental autoriza o empreendimento, mas exige em contrapartida que o empreendedor cumpra um conjunto específico de obrigações, com prazos definidos, ao longo da vida útil do empreendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para empresas em processo de obtenção ou renovação de licenças,<strong> entender as condicionantes que incidem sobre cada fase (LP, LI e LO) é parte fundamental </strong>do planejamento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consulte o <a href="https://onegreen.com.br/licenciamento-ambiental-guia-completo-para-empresas/#h-8-condicionantes-ambientais-o-que-sao-e-como-gerenciar">guia completo de licenciamento ambiental</a> para entender como as condicionantes se inserem em cada etapa do processo.</p>



<h2 id="h-tipos-de-condicionantes-ambientais" class="wp-block-heading"><strong>Tipos de condicionantes ambientais</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">As condicionantes podem ser classificadas de diferentes formas, conforme a natureza da obrigação e o momento em que devem ser cumpridas.</p>



<h3 id="h-por-abrangencia-genericas-e-especificas" class="wp-block-heading"><strong>Por abrangência: genéricas e específicas</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Condicionantes <strong>genéricas</strong> são aplicáveis à maioria dos empreendimentos licenciados e estão associadas a <strong>padrões de qualidade ambiental ou exigências administrativas </strong>aplicáveis por qualquer órgão.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplos</strong><br>Publicação da licença em local visível, apresentação de relatórios periódicos de automonitoramento, manutenção de AVCB válido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Condicionantes <strong>específicas</strong> são determinadas<strong> com base nas características, no porte e nos impactos identificados nos estudos ambientais</strong> de cada empreendimento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplos</strong><br>Obrigações de monitoramento de corpos hídricos próximos a uma mineradora, ou programas de compensação de supressão vegetal em um projeto de infraestrutura.</p>



<h3 id="h-por-periodicidade-pontuais-e-recorrentes" class="wp-block-heading"><strong>Por periodicidade: pontuais e recorrentes</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Condicionantes <strong>pontuais</strong> têm <strong>data de início e fim definidas</strong> e são <strong>executadas uma única vez</strong>, como a entrega do Plano Básico Ambiental (PBA) antes do início das obras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Condicionantes <strong>recorrentes</strong> têm <strong>periodicidade configurável </strong>(mensal, trimestral, semestral, anual) e <strong>geram obrigações contínuas ao longo da vigência da licença</strong>, como monitoramentos de qualidade do ar, da água ou de ruído.</p>



<h3 id="h-por-fase-da-licenca-lp-li-e-lo" class="wp-block-heading"><strong>Por fase da licença: LP, LI e LO</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">As condicionantes variam conforme a fase do licenciamento em que a licença é emitida:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Licença Prévia (LP):</strong> condicionantes voltadas à viabilidade do local, apresentação de estudos complementares e comprometimentos para a fase de instalação.</li>



<li><strong>Licença de Instalação (LI): </strong>obrigações relacionadas à implantação do empreendimento, como execução de programas ambientais, controle de erosão, gestão de resíduos da construção.</li>



<li><strong>Licença de Operação (LO): </strong>condicionantes de maior volume e duração, associadas ao funcionamento contínuo: monitoramentos periódicos, relatórios de autocontrole, programas socioambientais, manutenção de sistemas de tratamento.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender quais documentos são normalmente exigidos em cada fase, consulte o artigo <a href="https://onegreen.com.br/checklist-de-documentos-do-licenciamento-ambiental-lp-li-e-lo/">checklist de documentos do licenciamento ambiental (LP, LI e LO)</a>.</p>



<h2 id="h-exemplos-praticos-de-condicionantes-ambientais" class="wp-block-heading"><strong>Exemplos práticos de condicionantes ambientais</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os exemplos a seguir ilustram <strong>condicionantes típicas em diferentes setores</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista efetiva depende do órgão licenciador, do tipo de atividade e dos estudos apresentados.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://onegreen.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Banner-clean-onegreen-tabela-1024x576.png" alt="Aqui está uma descrição alternativa em texto corrido para a imagem:

A imagem apresenta um infográfico institucional intitulado &quot;Exemplos Condicionantes Ambientais por Setor&quot;, escrito em letras verdes no topo. O design é limpo, com um fundo claro e cinco colunas verticais com cantos arredondados, cada uma representando um setor industrial diferente. Cada coluna traz o nome do setor em negrito, uma lista de exigências ambientais e uma foto ilustrativa na base.

A primeira coluna, da esquerda para a direita, é dedicada à Mineração. Suas condicionantes incluem o monitoramento da qualidade das águas superficiais e subterrâneas, a recuperação de áreas degradadas (PRAD), a compensação florestal e o controle de emissão de particulados. A foto abaixo mostra uma vista aérea de uma mina de extração de minério com maquinário.

A segunda coluna aborda o setor de Energia (usinas, complexos eólicos). Os pontos citados são o monitoramento de fauna (especialmente aves e morcegos), programas de comunicação social, relatórios ambientais semestrais e o controle de ruídos. A imagem correspondente mostra várias turbinas eólicas contra um céu de fim de tarde.

A terceira coluna representa a Indústria química, listando o plano de gerenciamento de resíduos sólidos (PGRS), o monitoramento de efluentes industriais, o controle de emissões atmosféricas e planos de contingência para acidentes. A foto na base exibe uma estrutura com grandes tanques e tubulações industriais.

A quarta coluna detalha a área de Infraestrutura (rodovias, portos), destacando programas de educação ambiental (PEA), supressão vegetal com compensação, monitoramento de comunidades afetadas e relatórios de acompanhamento do PBA. A imagem ilustrativa mostra uma vista aérea de um porto de carga movimentado à beira-mar.

A quinta e última coluna, à direita, refere-se à Construção civil. Suas condicionantes são o controle de material particulado durante obras, o gerenciamento de resíduos da construção, a proteção de taludes e nascentes, e a comunicação prévia sobre etapas de maior impacto. A foto abaixo mostra dois profissionais usando capacetes de proteção em um canteiro de obras, analisando uma planta de engenharia." class="wp-image-6481" srcset="https://onegreen.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Banner-clean-onegreen-tabela-1024x576.png 1024w, https://onegreen.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Banner-clean-onegreen-tabela-300x169.png 300w, https://onegreen.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Banner-clean-onegreen-tabela-768x432.png 768w, https://onegreen.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Banner-clean-onegreen-tabela-1536x864.png 1536w, https://onegreen.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Banner-clean-onegreen-tabela.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 id="h-o-que-mudou-com-a-lei-15-190-2025" class="wp-block-heading"><strong>O que mudou com a Lei 15.190/2025</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://onegreen.com.br/lei-15190-2025-licenciamento-ambiental/">Lei Geral do Licenciamento Ambiental (Lei 15.190/2025)</a>, em vigor desde 4 de fevereiro de 2026, disciplinou as condicionantes de forma sistemática pela primeira vez em lei federal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os principais artigos que as regulam são o art. 3º (definição), art. 14 e art. 16.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as novidades relevantes para a gestão prática das condicionantes, destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Revisão e modificação das condicionantes</strong>: a lei prevê hipóteses expressas de revisão das condicionantes durante a vigência da licença, seja por iniciativa do empreendedor ou da própria autoridade licenciadora (órgão ambiental), mediante decisão motivada nas seguintes situações (artigo 16):</li>
</ul>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">I &#8211; quando ocorrerem impactos negativos imprevistos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">II &#8211; quando extinta a possibilidade de que ocorram impactos negativos previstos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">III &#8211; quando ocorrerem modificações na atividade ou no empreendimento que impliquem majoração de impactos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">IV &#8211; quando ocorrerem modificações na atividade ou no empreendimento que impliquem redução de impactos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">V &#8211; quando caracterizada a não efetividade técnica;</p>



<p class="wp-block-paragraph">VI &#8211; na renovação da LO, da LI/LO ou da LAU, em razão de alterações na legislação ambiental, garantidos o direito adquirido e o ato jurídico perfeito.</p>
</blockquote>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Consequências do descumprimento com mais clareza</strong>: a lei reforça o regime de responsabilidade pelo descumprimento, sujeitando o empreendedor às sanções administrativas cabíveis, inclusive suspensão ou cancelamento da licença nas hipóteses legais, e conectando o regime de infrações administrativas à <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm">Lei dos Crimes Ambientais (Lei 9.605/1998)</a>.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para uma análise dos riscos concretos de não conformidade com a nova lei, consulte o artigo <a href="https://onegreen.com.br/nao-conformidade-com-a-lei-no-15-190-2025-quais-os-riscos-para-a-sua-empresa/">não conformidade com a Lei 15.190/2025: quais os riscos para sua empresa</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Onegreen permite cadastrar, monitorar e registrar evidências de cumprimento de condicionantes com rastreabilidade total, por licença e por empreendimento.</strong> <a href="https://onegreen.com.br/contato/">Fale com um especialista</a></p>



<h2 id="h-consequencias-do-descumprimento-de-condicionantes" class="wp-block-heading"><strong>Consequências do descumprimento de condicionantes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O descumprimento de condicionantes não é tratado como mera irregularidade formal. As consequências são progressivas e podem afetar diretamente a continuidade das operações.</p>



<h3 id="h-sancoes-administrativas" class="wp-block-heading"><strong>Sanções administrativas</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/decreto/d6514.htm">Decreto 6.514/2008</a>, que regulamenta as infrações e sanções administrativas ao meio ambiente, prevê multas de <strong>R$ 50 a R$ 50 milhões por infração</strong> (art. 75 da Lei 9.605/1998), além da possibilidade de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Embargo total ou parcial das atividades</li>



<li>Suspensão ou cancelamento da licença ambiental</li>



<li>Perda de incentivos fiscais e restrição ao acesso a linhas de crédito público, incluindo financiamentos do BNDES</li>
</ul>



<h3 id="h-responsabilidade-civil-e-penal" class="wp-block-heading"><strong>Responsabilidade civil e penal</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O descumprimento que resulte em dano ambiental gera <strong>responsabilidade objetiva de reparação</strong> (independente de culpa), sendo necessário apenas o nexo causal (causa e efeito), nos termos do art. 14 da Lei 6.938/1981.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, <strong>pessoas físicas (diretores, gerentes, técnicos responsáveis) podem ser responsabilizadas penalmente</strong> pela Lei dos Crimes Ambientais, nesse, no entanto, prevalece a responsabilidade subjetiva, devendo ser demonstrado os seguintes requisitos, além do nexo causal: <strong>dolo</strong> (intenção de cometer o crime) ou <strong>culpa</strong> (imprudência, negligência ou imperícia).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um ponto frequentemente subestimado: a responsabilidade civil pelo dano ambiental é imprescritível no Brasil, conforme jurisprudência consolidada do STJ (REsp 1.120.117/AC). Danos causados durante períodos de descumprimento de condicionantes podem ser <strong>cobrados indefinidamente</strong>, mesmo após a regularização.</p>



<h3 id="h-impacto-na-renovacao-da-lo" class="wp-block-heading"><strong>Impacto na renovação da LO</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O histórico de cumprimento de condicionantes é avaliado pelo órgão ambiental no processo de renovação da Licença de Operação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas com registros de descumprimentos, sem evidências de execução ou com histórico de autuações têm<strong> processos de renovação mais longos, sujeitos a exigências adicionais</strong> e com maior risco de não obtenção.</p>



<h3 id="h-reflexos-em-esg-e-auditorias" class="wp-block-heading"><strong>Reflexos em ESG e auditorias</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A gestão de condicionantes é parte da <a href="https://onegreen.com.br/conformidade-ambiental-estrategica-empresas/">conformidade ambiental estratégica</a> avaliada em processos de certificação ISO 14001, auditorias de due diligence e avaliações ESG.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que não conseguem demonstrar rastreabilidade no cumprimento das condicionantes <strong>encontram dificuldades em certificações e em captação de investimentos </strong>com critérios de sustentabilidade.</p>



<h2 id="h-como-estruturar-a-gestao-de-condicionantes-ambientais" class="wp-block-heading"><strong>Como estruturar a gestão de condicionantes ambientais</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A gestão de condicionantes envolve quatro dimensões principais:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Entender o que está sendo exigido</li>



<li>Definir quem é responsável por cada obrigação</li>



<li>Controlar os prazos </li>



<li>Registrar as evidências de execução</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Embora planilhas possam atender operações simples, elas tendem a se tornar insuficientes à medida que aumenta o número de licenças, condicionantes e empreendimentos. Para a maioria das empresas com licenciamento ativo, <strong>esse modelo não sustenta a complexidade do processo.</strong></p>



<h3 id="h-1-leia-a-licenca-com-atencao-tecnica" class="wp-block-heading"><strong>1. Leia a licença com atenção técnica</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Cada condicionante precisa ser interpretada com precisão:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O que exatamente está sendo pedido?</li>



<li>Qual é o prazo (único ou recorrente)?</li>



<li>Qual a frequência?</li>



<li>Quem deve executar?</li>



<li>Qual órgão deve receber o relatório ou comprovante?</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Erros de interpretação na fase de leitura da licença geram descumprimentos</strong> que o empreendedor muitas vezes só percebe durante uma vistoria do órgão.</p>



<h3 id="h-2-cadastre-e-classifique-todas-as-condicionantes" class="wp-block-heading"><strong>2. Cadastre e classifique todas as condicionantes</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Após a leitura, cada condicionante precisa ser registrada individualmente, com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Descrição clara da obrigação</li>



<li>Prazo de execução (data única ou periodicidade);</li>



<li>Responsável pelo cumprimento</li>



<li>Nível de criticidade</li>



<li>Documentos e evidências que comprovam o cumprimento</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Condicionantes de licenças complexas (como aquelas derivadas de EIA/RIMA) podem chegar a centenas de itens, organizados em programas ambientais, subprogramas e relatórios.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O cadastro estruturado é o ponto de partida para qualquer gestão eficiente</strong>.</p>



<h3 id="h-3-controle-os-prazos-de-forma-sistematica" class="wp-block-heading"><strong>3. Controle os prazos de forma sistemática</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Prazos perdidos são o principal vetor de descumprimento. O controle deve incluir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alertas com antecedência suficiente (em geral, 30 a 60 dias antes do vencimento)</li>



<li>Visibilidade sobre condicionantes vencidas não executadas</li>



<li>Gestão de condicionantes recorrentes (com geração automática de ocorrências periódicas)</li>
</ul>



<h3 id="h-4-registre-evidencias-e-protocolos" class="wp-block-heading"><strong>4. Registre evidências e protocolos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O registro de evidências é o que permite demonstrar o cumprimento perante o órgão ambiental em vistorias e auditorias.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Evidências típicas incluem:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Laudos analíticos</li>



<li>Relatórios de monitoramento</li>



<li>Comprovantes de protocolo</li>



<li>Atas de reuniões</li>



<li>Fotografias georreferenciadas</li>



<li>Notas fiscais</li>



<li>Contratos com empresas executoras</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para condicionantes com prazo definido em lei ou na licença, o protocolo do comprovante de cumprimento junto ao órgão ambiental é parte essencial do processo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O número de protocolo deve ser registrado junto à condicionante</strong> para consulta futura.</p>



<h3 id="h-5-mantenha-comunicacao-com-o-orgao-licenciador" class="wp-block-heading"><strong>5. Mantenha comunicação com o órgão licenciador</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando uma condicionante não puder ser cumprida no prazo previsto, a conduta recomendada é:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Comunicar o órgão ambiental</li>



<li>Justificar o não atendimento</li>



<li>Solicitar formalmente um novo prazo</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essa prática <strong>reduz significativamente o risco de autuação</strong> e demonstra boa-fé do empreendedor. O silêncio, ao contrário, agrava a situação.</p>



<h2 id="h-gestao-de-condicionantes-em-empresas-com-multiplos-empreendimentos" class="wp-block-heading"><strong>Gestão de condicionantes em empresas com múltiplos empreendimentos</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>desafio aumenta proporcionalmente ao número de empreendimentos e licenças</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma empresa com operações em diferentes estados, licenciadas por diferentes órgãos, com licenças em fases distintas (LP, LI, LO) e equipes de gestão ambiental distribuídas precisa de um sistema que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Consolide visibilidade sobre todas as condicionantes em um único painel</li>



<li>Permita filtrar por Unidade Gerencial, responsável, tipo de licença e prazo</li>



<li>Gere alertas automáticos para vencimentos próximos e itens em atraso</li>



<li>Armazene evidências de cumprimento com rastreabilidade</li>



<li>Produza relatórios para auditorias e para o próprio órgão ambiental</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, a dependência de planilhas cria riscos sistêmicos: um <strong>arquivo desatualizado</strong>, uma <strong>coluna de prazo errada </strong>ou um<strong> e-mail não respondido</strong> pode resultar em <strong>descumprimento com consequências desproporcionais </strong>ao tamanho do erro operacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Onegreen organiza condicionantes por projeto, licença e responsável, com alertas automáticos e registro de evidências.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Usado por mineradoras, usinas, aeroportos e consultorias ambientais.</strong></p>



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<h2 id="h-como-o-onegreen-apoia-a-gestao-de-condicionantes" class="wp-block-heading"><strong>Como o Onegreen apoia a gestão de condicionantes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Onegreen é um software especializado na gestão do licenciamento ambiental, desenvolvido desde 2010 a partir de demanda de uma grande mineradora de atuação internacional.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje integra o ecossistema da Ius, referência em soluções digitais para conformidade regulatória no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a gestão de condicionantes, o Onegreen oferece:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Tarefas pontuais e recorrentes</strong>: condicionantes com data única ou periodicidade configurável (mensal, trimestral, semestral) com geração automática de ocorrências.</li>



<li><strong>Alertas automáticos de prazo</strong>: avisos configuráveis por e-mail no dia do vencimento, uma semana antes ou um mês antes.</li>



<li><strong>Registro de execução com evidências obrigatórias</strong>: percentual de conclusão, comentários, documentos anexados e número de protocolo registrados no histórico de cada condicionante.</li>



<li><strong>Importação por IA</strong>: o sistema lê licenças em PDF e extrai informações automaticamente, apresentando os dados para revisão e confirmação pelo usuário antes do cadastro definitivo.</li>



<li><strong>Painel corporativo e relatórios</strong>: visibilidade consolidada por Unidade Gerencial, com gráficos de cumprimento no prazo, condicionantes críticas e histórico de execuções para auditorias.</li>



<li><strong>Reprogramação em massa</strong>: ajuste simultâneo de prazos em múltiplas condicionantes, com controle de aprovação pelo gestor.</li>
</ul>



<h2 id="h-conclusao" class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">As condicionantes ambientais são o<strong> núcleo operacional do licenciamento ambiental</strong>. Obter a licença é o início do processo, não o fim. A partir da emissão, começa a fase de <strong>cumprimento contínuo de obrigações </strong>que, se descumpridas, podem<strong> colocar em risco a operação do empreendimento</strong> e a<strong> responsabilidade dos gestores</strong> envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a <a href="https://onegreen.com.br/lei-15190-2025-licenciamento-ambiental/">Lei 15.190/2025</a>, as condicionantes passam a ter um marco normativo federal mais claro, com definição legal, limites para a imposição de exigências genéricas e regras para revisão durante a vigência da licença.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as empresas, isso reforça a<strong> necessidade de uma gestão estruturada</strong>, com <strong>rastreabilidade de cada obrigação e evidência de cumprimento </strong>acessível a qualquer momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que gerenciam condicionantes com controles sistemáticos chegam às renovações de LO com o histórico organizado,<strong> sem pendências acumuladas e com mais segurança jurídica.</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aquelas que dependem de planilhas e controles manuais <strong>acumulam riscos</strong> que se materializam, em geral, no pior momento possível: durante uma vistoria, uma auditoria ou no processo de renovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Onegreen foi desenvolvido para eliminar esse risco. <a href="https://onegreen.com.br/">Conheça o software de gestão de licenciamento ambiental</a> e veja como empresas como Gerdau, AngloGold e Usiminas estruturam a gestão de condicionantes com rastreabilidade e segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gerencie condicionantes, prazos e evidências em uma única plataforma.</strong>&nbsp;</p>



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					<wfw:commentRss>https://onegreen.com.br/condicionantes-ambientais/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Conformidade ambiental como estratégia corporativa: o que os melhores diretores já entenderam</title>
		<link>https://onegreen.com.br/conformidade-ambiental-estrategica-empresas/</link>
					<comments>https://onegreen.com.br/conformidade-ambiental-estrategica-empresas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andre Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 19:31:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://onegreen.com.br/?p=6410</guid>

					<description><![CDATA[<p>Conformidade ambiental deixou de ser obrigação legal e virou vantagem competitiva. Entenda o que muda quando a gestão ambiental é tratada como estratégia corporativa.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Durante anos, a área ambiental ficou confinada ao departamento técnico — um setor que cuidava das licenças e aparecia na pauta da diretoria apenas quando havia uma auditoria chegando ou uma multa a ser contestada. E<strong>sse modelo está sendo substituído.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que tratam a conformidade ambiental como vantagem estratégica estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reduzindo passivos</li>



<li>Atraindo capital&nbsp;</li>



<li>Melhorando sua posição competitiva</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Já as organizações que permanecem na lógica reativa acumulam riscos que só aparecem no balanço quando já é caro demais corrigi-los.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo é para diretores e líderes executivos que querem entender o que muda quando a gestão ambiental deixa de ser defensiva e passa a ser estratégica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://onegreen.com.br/">Eleve o patamar da sua gestão ambiental com o Onegreen: tecnologia para controle do licenciamento ambiental.</a></p>



<h2 id="h-o-custo-real-da-nao-conformidade-ambiental" class="wp-block-heading"><strong>O custo real da não conformidade ambiental</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos executivos subestimam o custo real da não conformidade ambiental porque visualizam apenas as multas do auto de infração.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números reais são maiores e aparecem em categorias distintas.</p>



<h3 id="h-custos-diretos" class="wp-block-heading"><strong>Custos diretos</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sanções administrativas: </strong>a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm">Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais)</a> prevê multas e sanções de natureza administrativa, civil e penal por infrações ao meio ambiente, com agravamento em caso de reincidência.</li>



<li><strong>Embargo e interdição: </strong>em casos graves, a atividade pode ser paralisada até regularização, com impacto direto na receita.</li>



<li><strong>Custos de remediação: </strong>passivos ambientais não tratados crescem ao longo do tempo. Um solo contaminado que custaria determinado valor para remediar hoje pode multiplicar esse custo em alguns anos, dependendo do tipo de contaminação e da área afetada.</li>
</ul>



<h3 id="h-custos-indiretos" class="wp-block-heading"><strong>Custos indiretos</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Perda de contratos: </strong>grandes corporações e órgãos públicos exigem due diligence ambiental de fornecedores. Empresas sem conformidade documentada ficam fora de licitações e cadeias de suprimentos mais exigentes.</li>



<li><strong>Impacto no custo de capital: </strong>investidores institucionais e bancos com critérios ESG aplicam prêmios de risco a empresas com passivos ambientais, o que eleva o custo de financiamento.</li>



<li><strong>Danos reputacionais: </strong>um incidente ambiental com repercussão pública pode comprometer anos de construção de marca.</li>
</ul>



<h2 id="h-por-que-a-abordagem-reativa-nao-funciona-mais" class="wp-block-heading"><strong>Por que a abordagem reativa não funciona mais</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A gestão ambiental reativa (que responde a auditoria, fiscalização e multa) falha por uma razão estrutural:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O custo de corrigir é sempre maior que o custo de prevenir, mas os dois aparecem em momentos diferentes no fluxo de caixa.&nbsp;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na abordagem reativa, os gastos são<strong> invisíveis até virarem emergências</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na abordagem estratégica, eles são <strong>gerenciados como qualquer outra dimensão </strong>do negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizações que já fizeram essa transição compartilham algumas características em comum:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A conformidade ambiental tem um responsável com voz no comitê executivo.</li>



<li>Há um painel consolidado de indicadores ambientais atualizado de forma contínua.</li>



<li>As licenças e seus vencimentos são monitorados com antecedência.</li>



<li>Os riscos ambientais são mapeados e quantificados financeiramente.</li>



<li>A área ambiental alimenta o relatório ESG da empresa com dados confiáveis.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Entender as exigências do novo marco regulatório também faz parte dessa transição. Veja o que mudou com a <a href="https://onegreen.com.br/lei-15190-2025-licenciamento-ambiental/">Lei 15.190/2025 e o licenciamento ambiental no Brasil</a>.</p>



<h2 id="h-o-que-diretores-precisam-monitorar-confira-uma-lista" class="wp-block-heading"><strong>O que diretores precisam monitorar: confira uma lista</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nas principais fontes de risco ambiental corporativo, estes são os indicadores que deveriam constar no painel executivo:</p>



<h3 id="h-1-status-do-portfolio-de-licencas-ambientais" class="wp-block-heading"><strong>1. Status do portfólio de licenças ambientais</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A gestão de licenças exige visibilidade contínua. O painel executivo precisa responder a três perguntas básicas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quantas licenças a empresa possui?</li>



<li>Qual o percentual com vencimento nos próximos 12 meses?</li>



<li>Há licenças em processo de renovação atrasado?</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Uma licença vencida gera risco regulatório e pode provocar uma paralisação de operação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender quais documentos mantêm o licenciamento em dia, consulte o <a href="https://onegreen.com.br/checklist-de-documentos-do-licenciamento-ambiental-lp-li-e-lo/">checklist de documentos do licenciamento ambiental (LP, LI e LO)</a>.</p>



<h3 id="h-2-taxa-de-nao-conformidades-abertas-vs-fechadas" class="wp-block-heading"><strong>2. Taxa de não conformidades abertas vs. fechadas</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quantas não conformidades identificadas em auditorias internas e externas estão abertas?</li>



<li>Qual a distribuição por gravidade (maior/menor)?</li>



<li>Qual o tempo médio de fechamento?</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Uma alta proporção de não conformidades abertas é sinal de que o sistema de gestão não está funcionando, independentemente de quantas auditorias a empresa realiza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para empresas que operam sob a Lei nº 15.190/2025, as consequências de manter não conformidades em aberto são ainda mais severas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entenda <a href="https://onegreen.com.br/nao-conformidade-com-a-lei-no-15-190-2025-quais-os-riscos-para-a-sua-empresa/">quais os riscos da não conformidade com a Lei nº 15.190/2025</a>.</p>



<h3 id="h-3-indicadores-de-consumo-e-descarte" class="wp-block-heading"><strong>3. Indicadores de consumo e descarte</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Consumo de água por unidade produzida (variação mensal).</li>



<li>Volume de resíduos gerados por categoria e destinação.</li>



<li>Emissões de GEE (quando aplicável ao setor).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além da conformidade legal, esses indicadores alimentam o relatório ESG e respondem a perguntas de investidores e clientes estratégicos.</p>



<h3 id="h-4-exposicao-ao-passivo-ambiental" class="wp-block-heading"><strong>4. Exposição ao passivo ambiental</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Há áreas contaminadas identificadas nas unidades?</li>



<li>Qual o valor estimado de remediação já provisionado?</li>



<li>Há processos administrativos ou judiciais ambientais em andamento?</li>
</ul>



<h3 id="h-5-nivel-de-maturidade-legal-ambiental" class="wp-block-heading"><strong>5. Nível de maturidade legal ambiental</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>A empresa conhece as obrigações legais incidentes à sua atividade?</li>



<li>Qual é o percentual de atendimento, não atendimento e desconhecimento?</li>



<li>Quais são os riscos financeiros e operacionais de cada descumprimento?</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://onegreen.com.br/">Conheça o Onegreen e veja como monitorar licenças e obrigações ambientais em um único painel</a></p>



<h2 id="h-como-a-tecnologia-muda-o-jogo-para-a-diretoria" class="wp-block-heading"><strong>Como a tecnologia muda o jogo para a diretoria</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O principal obstáculo para que a conformidade ambiental entre na agenda executiva com a seriedade que merece é a falta de informação estruturada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diretores tomam <strong>decisões com base em dados</strong>, e a gestão ambiental tradicional gera <strong>relatórios em PDF, planilhas desconectadas</strong> e apresentações mensais que já estão desatualizadas quando chegam à reunião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Plataformas de gestão ambiental de última geração resolvem esse problema com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Visibilidade centralizada: </strong>um painel único mostrando o status de todas as unidades, licenças, obrigações e indicadores.</li>



<li><strong>Alertas automáticos: </strong>notificações de vencimento de licenças, obrigações legais próximas e não conformidades sem ação corretiva.</li>



<li><strong>Rastreabilidade completa: </strong>qualquer auditor externo ou due diligence de M&amp;A encontra toda a documentação organizada e atualizada.</li>



<li><strong>Dados para ESG: </strong>os mesmos dados operacionais que garantem a conformidade alimentam automaticamente os relatórios de sustentabilidade.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://onegreen.com.br/">Onegreen</a> é uma plataforma desenvolvida especificamente para esse desafio. O sistema permite monitorar continuamente as obrigações legais ambientais aplicáveis a sua empresa e alerta quando algo precisa de ação, antes que vire problema.</p>



<h2 id="h-gestao-ambiental-reativa-vs-estrategica" class="wp-block-heading"><strong>Gestão ambiental reativa vs. estratégica</strong></h2>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th><strong>Dimensão</strong></th><th><strong>Reativa</strong></th><th><strong>Estratégica</strong></th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>Acionamento</strong></td><td>Auditoria, fiscalização, multa</td><td>Monitoramento contínuo</td></tr><tr><td><strong>Visibilidade da diretoria</strong></td><td>Episódica</td><td>Permanente</td></tr><tr><td><strong>Gestão de licenças</strong></td><td>Renovação às pressas</td><td>Calendário gerenciado</td></tr><tr><td><strong>Dados para ESG</strong></td><td>Difícil consolidação</td><td>Automático</td></tr><tr><td><strong>Custo a longo prazo</strong></td><td>Alto</td><td>Baixo</td></tr><tr><td><strong>Posição em due diligence</strong></td><td>Risco</td><td>Ativo</td></tr></tbody></table></figure>



<h2 id="h-perguntas-frequentes" class="wp-block-heading"><strong>Perguntas frequentes</strong></h2>



<h3 id="h-como-apresentar-a-conformidade-ambiental-como-investimento-e-nao-como-custo-para-o-board" class="wp-block-heading"><strong>Como apresentar a conformidade ambiental como investimento, e não como custo, para o board?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quantifique o risco. Calcule o valor esperado das sanções legais, os custos de remediação potencial e a perda de contratos em um cenário de não conformidade. Compare com o custo anual da gestão preventiva. A maioria dos conselhos reverte a priorização quando vê os números reais.</p>



<h3 id="h-esg-e-conformidade-ambiental-sao-a-mesma-coisa" class="wp-block-heading"><strong>ESG e conformidade ambiental são a mesma coisa?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Não, mas estão relacionados. Conformidade ambiental garante que a empresa cumpre as obrigações legais. ESG vai além, incluindo boas práticas voluntárias, metas de sustentabilidade e governança. Sem conformidade, não é possível construir uma agenda ESG sólida.</p>



<h3 id="h-investidores-realmente-penalizam-empresas-com-passivos-ambientais" class="wp-block-heading"><strong>Investidores realmente penalizam empresas com passivos ambientais?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. Fundos com mandatos ESG e os principais índices de sustentabilidade — como o <a href="https://www.b3.com.br/pt_br/b3/sustentabilidade/governanca-corporativa/">Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3</a> — avaliam o histórico ambiental das empresas. Passivos não tratados aparecem nas due diligences e impactam o valuation em processos de M&amp;A e captação.</p>



<h3 id="h-o-que-muda-com-o-novo-marco-do-licenciamento-ambiental" class="wp-block-heading"><strong>O que muda com o novo marco do licenciamento ambiental?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://onegreen.com.br/lei-15190-2025-licenciamento-ambiental/">Lei nº 15.190/2025</a> reorganizou as regras do licenciamento ambiental no Brasil, com impacto direto sobre prazos, modalidades de licença e responsabilidades das empresas. Para uma visão completa do processo, consulte o <a href="https://onegreen.com.br/licenciamento-ambiental-guia-completo-para-empresas/">guia de licenciamento ambiental para empresas</a>.</p>



<h2 id="h-o-proximo-passo-para-sua-empresa" class="wp-block-heading"><strong>O próximo passo para sua empresa</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se a conformidade ambiental ainda não tem um painel próprio na sua reunião de diretoria, o ponto de partida é mapear onde estão as maiores exposições hoje: licenças próximas do vencimento, não conformidades abertas e obrigações legais sem responsabilidade definida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desse diagnóstico, é possível priorizar ações, distribuir responsabilidades e definir os indicadores que devem entrar no painel executivo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ferramentas adequadas fazem esse monitoramento de forma contínua, sem depender de planilhas ou relatórios manuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://onegreen.com.br/">Agenda uma conversa com nossos especialistas e veja como podemos começar juntos nessa jornada.</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Entenda o histórico de aprovação da Lei 15.190/2025 e como isso afeta o Licenciamento Ambiental no Brasil</title>
		<link>https://onegreen.com.br/lei-15190-2025-licenciamento-ambiental/</link>
					<comments>https://onegreen.com.br/lei-15190-2025-licenciamento-ambiental/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lara Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 19:32:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualização normativa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://onegreen.com.br/?p=6394</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda o que muda com a Lei 15.190/2025 no licenciamento ambiental: novas modalidades, vetos derrubados e como sua empresa deve se adequar.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Desde sua publicação, a <strong>Lei 15.190/2025</strong> (Lei Geral do Licenciamento Ambiental) passou por um processo intenso de vetos presidenciais e derrubada pelo Congresso Nacional, o que alterou pontos relevantes do texto original.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entender o estado atual da norma é essencial para qualquer empresa que precisa de <strong>licença ambiental</strong> para operar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sancionada em 8 de agosto de 2025, a norma é o novo marco regulatório do licenciamento ambiental no Brasil.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela unifica regras antes dispersas em resoluções do CONAMA, legislações estaduais e entendimentos administrativos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela se aplica ao licenciamento realizado perante União, estados, Distrito Federal e municípios integrantes do <a href="https://www.gov.br/mma/pt-br/composicao/secex/dsisnama/conheca_o_sisnama">Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama)</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo, você vai encontrar:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O que a lei estabelece</li>



<li>Quais vetos foram derrubados e o que isso significa na prática</li>



<li>Quais são as sete modalidades de licença previstas </li>



<li>O que sua empresa precisa fazer agora</li>
</ul>



<h2 id="h-o-que-a-lei-15-190-2025-estabelece" class="wp-block-heading"><strong>O que a Lei 15.190/2025 estabelece</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Antes dessa lei, o licenciamento ambiental no Brasil funcionava por meio de um conjunto fragmentado de normas. A <strong>Lei 15.190/2025 mudou esse cenário</strong> ao estabelecer um <strong>texto único com regras gerais</strong> <strong>nacionais</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os principais pontos da norma incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Definição clara do que é licenciamento ambiental e quando ele é obrigatório</li>



<li>Criação de novas modalidades de licença ambiental (além das três tradicionais)</li>



<li>Prazos máximos para manifestação dos órgãos públicos</li>



<li>Regras para estudos ambientais e condicionantes</li>



<li>Hipóteses expressas de dispensa de licenciamento</li>



<li>Participação pública e transparência como princípios do processo</li>



<li>Distribuição de competências entre os entes federativos</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A norma é clara ao estabelecer que o licenciamento ambiental deve observar princípios como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Participação pública</li>



<li>Transparência</li>



<li>Celeridade processual</li>



<li>Prevenção do dano ambiental </li>



<li>Desenvolvimento sustentável</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender como esses requisitos se encaixam na rotina da sua empresa, consulte nosso <a href="https://onegreen.com.br/licenciamento-ambiental-guia-completo-para-empresas/">guia completo sobre licenciamento ambiental para empresas</a>.</p>



<h2 id="h-o-historico-de-vetos-e-a-derrubada-pelo-congresso-nacional" class="wp-block-heading"><strong>O histórico de vetos e a derrubada pelo Congresso Nacional</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei 15.190/2025 foi publicada com <strong>63 vetos presidenciais parciais</strong>. O governo justificou a decisão com base em quatro diretrizes:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Garantir a integridade do processo de licenciamento</li>



<li>Proteger o meio ambiente</li>



<li>Assegurar os direitos de povos indígenas e comunidades quilombolas</li>



<li>Dar segurança jurídica a empreendimentos e investidores</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Paralelamente, o presidente editou a <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/169777"><strong>Medida Provisória 1.308/2025</strong></a>, conferindo eficácia imediata à Licença Ambiental Especial (LAE). Essa MP foi posteriormente convertida na <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2025/lei-15300-22-dezembro-2025-798529-publicacaooriginal-177503-pl.html"><strong>Lei 15.300/2025</strong></a>, que está em vigor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sessões conjuntas realizadas entre o final de novembro e o início de dezembro de 2025, o Congresso Nacional derrubou <strong>52 dos 63 vetos presidenciais</strong>, restaurando partes relevantes do texto original.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Presidente do Senado Federal <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2025/11/27/congresso-derruba-52-itens-de-veto-a-lei-geral-do-licenciamento-ambiental">promulgou os dispositivos restaurados em dezembro de 2025</a>.&nbsp;</p>



<h3 id="h-o-que-a-derrubada-dos-vetos-restabeleceu" class="wp-block-heading"><strong>O que a derrubada dos vetos restabeleceu</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Com a derrubada dos 52 vetos, voltaram ao texto os seguintes pontos:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dispensas de licenciamento ambiental para:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Atividades fora de lista realizadas pelos entes federativos</li>



<li>Manutenção e melhorias de infraestrutura já existente em rodovias, instalações de energia elétrica, gasodutos e similares</li>



<li>Atividades rurais em imóveis com CAR (Cadastro Ambiental Rural) pendente de homologação</li>



<li>Obras de saneamento básico voltadas ao atingimento das metas de universalização previstas na Lei 14.026/2020</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Simplificação do licenciamento para:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Segurança energética estratégica</li>



<li>Abastecimento de água e esgotamento sanitário</li>



<li>Obras de ampliação de capacidade e pavimentação de infraestrutura já existente</li>



<li>Atividades simultâneas de pequeno ou médio porte e baixo ou médio potencial poluidor, cabendo a Licença Ambiental por Adesão e Compromisso (LAC)</li>



<li>Atividades irregulares, via Licença de Operação Corretiva (LOC)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Também foram restauradas regras que dão <strong>maior autonomia</strong> aos entes federativos para definir conceitos como <strong>porte da atividade, potencial poluidor e tipologias sujeitas a licenciamento</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua empresa já tem todos os documentos em ordem para o licenciamento? Confira nosso <a href="https://onegreen.com.br/checklist-de-documentos-do-licenciamento-ambiental-lp-li-e-lo/">checklist de documentos para LP, LI e LO</a> e identifique eventuais lacunas antes que se tornem passivos.</p>



<h2 id="h-as-sete-modalidades-de-licenca-ambiental-previstas-na-lei-15-190-2025" class="wp-block-heading"><strong>As sete modalidades de licença ambiental previstas na Lei 15.190/2025</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A lei organiza o licenciamento em quatro procedimentos (ordinário, simplificado, corretivo e especial) e prevê <strong>sete tipos de licença ambiental</strong>:</p>



<h3 id="h-1-licenca-previa-lp" class="wp-block-heading"><strong>1. Licença Prévia (LP)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Atesta, na fase de planejamento, a viabilidade ambiental do empreendimento quanto à sua concepção e localização. Estabelece requisitos e condicionantes ambientais.</p>



<h3 id="h-2-licenca-de-instalacao-li" class="wp-block-heading"><strong>2. Licença de Instalação (LI)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Permite a instalação do empreendimento e aprova os planos de prevenção, mitigação ou compensação dos impactos negativos. Nos casos que exigem Estudo de Impacto Ambiental (EIA), o empreendedor deve apresentar o <strong>Plano Básico Ambiental (PBA)</strong> nesta fase.</p>



<h3 id="h-3-licenca-de-operacao-lo" class="wp-block-heading"><strong>3. Licença de Operação (LO)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Permite a operação do empreendimento, aprova as ações de controle e monitoramento ambiental e estabelece condicionantes para operação e, quando necessário, desativação.</p>



<h3 id="h-4-licenca-ambiental-unica-lau" class="wp-block-heading"><strong>4. Licença Ambiental Única (LAU)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Novidade da Lei 15.190/2025. Atesta a viabilidade e autoriza a instalação e a operação em uma única etapa, eliminando as três fases tradicionais. Aplica-se a atividades de menor complexidade.</p>



<h3 id="h-5-licenca-por-adesao-e-compromisso-lac" class="wp-block-heading"><strong>5. Licença por Adesão e Compromisso (LAC)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Destinada a <strong>atividades de baixo ou médio potencial poluidor</strong>. O empreendedor declara adesão a requisitos preestabelecidos pela autoridade licenciadora. A licença é emitida de forma ágil, e o controle é feito por fiscalização posterior.</p>



<h3 id="h-6-licenca-de-operacao-corretiva-loc" class="wp-block-heading"><strong>6. Licença de Operação Corretiva (LOC)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Regulariza atividades que já operam <strong>sem licença ambiental</strong>, por meio da fixação de condicionantes que viabilizam sua continuidade em conformidade com as normas ambientais. Requer regulamento específico.</p>



<h3 id="h-7-licenca-ambiental-especial-lae" class="wp-block-heading"><strong>7. Licença Ambiental Especial (LAE)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Destinada a empreendimentos considerados <strong>estratégicos</strong> pelo Conselho de Governo. Regulamentada pela Lei 15.300/2025 (conversão da MP 1.308/2025), com prazos mais rígidos e procedimento acelerado.</p>



<h2 id="h-o-que-muda-na-pratica-para-a-sua-empresa" class="wp-block-heading"><strong>O que muda na prática para a sua empresa</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">As mudanças trazidas pela Lei 15.190/2025 afetam diretamente o dia a dia de empresas que precisam de licença ambiental para operar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pontos de maior impacto prático são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Maior clareza </strong>sobre qual modalidade de licença se aplica ao seu empreendimento</li>



<li><strong>Possibilidade de usar a LAC</strong> para atividades de baixo e médio impacto, reduzindo o tempo do processo</li>



<li><strong>Regularização de atividades sem licença</strong> por meio da LOC</li>



<li><strong>Prazos máximos para resposta dos órgãos licenciadores</strong> (reduz incerteza de prazo)</li>



<li><strong>Maior responsabilidade do empreendedor</strong> sobre as condicionantes estabelecidas</li>



<li><strong>Risco de sanções administrativas, civis e criminais</strong> para quem operar sem a licença adequada</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O descumprimento das exigências da lei expõe a empresa a riscos concretos. Saiba mais sobre esses riscos em nosso artigo sobre <a href="https://onegreen.com.br/nao-conformidade-com-a-lei-no-15-190-2025-quais-os-riscos-para-a-sua-empresa/">não conformidade com a Lei 15.190/2025</a>.</p>



<h2 id="h-como-se-preparar-para-a-nova-lei" class="wp-block-heading"><strong>Como se preparar para a nova lei</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com a entrada em vigor plena da Lei 15.190/2025 (em fevereiro de 2026), as empresas precisam revisar sua situação de conformidade ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caminho mais seguro envolve:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Mapear todos os empreendimentos e atividades</strong> que exigem licenciamento ambiental</li>



<li><strong>Verificar se as licenças </strong>atuais estão válidas e adequadas ao novo marco</li>



<li><strong>Identificar atividades</strong> que se enquadram em dispensa ou simplificação</li>



<li><strong>Reunir a documentação exigida</strong> para cada modalidade de licença aplicável</li>



<li><strong>Monitorar as condicionantes </strong>estabelecidas nas licenças em vigor</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A plataforma <a href="https://onegreen.com.br/">Onegreen</a> centraliza o acompanhamento das licenças ambientais da sua empresa, organiza os documentos exigidos e sinaliza os prazos de renovação, reduzindo o risco de operar em situação irregular.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://onegreen.com.br/">Acesse a plataforma Onegreen</a> e simplifique a gestão do licenciamento ambiental da sua empresa.</p>



<h2 id="h-conclusao" class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Lei 15.190/2025</strong> representa a maior reforma no licenciamento ambiental brasileiro das últimas décadas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com novas modalidades de licença, regras mais claras sobre dispensa e simplificação, e um histórico de vetos e sua derrubada que alterou pontos importantes do texto, o novo marco exige que as empresas revisem sua situação ambiental com atenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecer as modalidades aplicáveis ao seu negócio, manter a documentação em ordem e monitorar os prazos são medidas básicas para evitar autuações e garantir a continuidade das operações. A adequação à lei não é apenas uma obrigação legal: é um fator de segurança jurídica e de credibilidade no mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para apoiar esse processo, a plataforma <a href="https://onegreen.com.br/">Onegreen</a> oferece uma solução prática para gerenciar licenças, documentos e requisitos legais ambientais em um único lugar.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><a href="https://onegreen.com.br/">Conheça o Onegreen</a></p>
<p>O post <a href="https://onegreen.com.br/lei-15190-2025-licenciamento-ambiental/">Entenda o histórico de aprovação da Lei 15.190/2025 e como isso afeta o Licenciamento Ambiental no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://onegreen.com.br">Onegreen</a>.</p>
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		<title>Licenciamento Ambiental: guia completo para empresas</title>
		<link>https://onegreen.com.br/licenciamento-ambiental-guia-completo-para-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Lafetá]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 20:36:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia completo de licenciamento ambiental para empresas. Entenda as fases (LP, LI, LO), prazos, riscos e as principais mudanças da nova Lei nº 15.190/2025.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O licenciamento ambiental é uma obrigação legal para uma parcela expressiva das empresas brasileiras e, ao mesmo tempo, um processo que ainda gera muitas dúvidas sobre:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>quais atividades precisam de licença;</li>



<li>qual órgão é competente;</li>



<li>quais documentos reunir;</li>



<li>quanto tempo cada etapa leva;</li>



<li>o que acontece se a empresa operar sem a devida regularização;</li>



<li>e muito mais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Este guia reúne, em um único lugar, tudo o que gestores ambientais, consultores e responsáveis legais precisam saber: da base conceitual à gestão contínua das condicionantes, passando pelas três licenças principais (LP, LI e LO), pelos documentos exigidos, pelos prazos legais e pelos casos especiais previstos na legislação mais recente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações estão ancoradas nas fontes primárias: <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938.htm">Lei nº 6.938/1981</a>, <a href="https://www.ibama.gov.br/sophia/cnia/legislacao/MMA/RE0237-191297.PDF">Resolução CONAMA nº 237/1997</a>, <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp140.htm">Lei Complementar nº 140/2011</a> e a recente <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/lei/l15190.htm">Lei nº 15.190/2025 (Lei Geral do Licenciamento Ambiental)</a>, além do <a href="https://pnla.mma.gov.br/etapas-do-licenciamento">Portal Nacional de Licenciamento Ambiental (PNLA/MMA)</a>.</p>



<h2 id="h-o-que-voce-vai-encontrar-neste-guia" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5c0afc28a1f929d75ef2ab6b41531256" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>O que você vai encontrar neste guia</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>O que é licenciamento ambiental (e o que diz a nova lei)</li>



<li>Quais atividades estão sujeitas ao licenciamento</li>



<li>Competência: quem licencia (IBAMA, órgão estadual ou municipal)</li>



<li>As três etapas principais: LP, LI e LO</li>



<li>Documentos obrigatórios em cada fase</li>



<li>Prazos legais</li>



<li>Renovação da Licença de Operação</li>



<li>Modalidades especiais de licença</li>



<li>Condicionantes ambientais: o que são e como gerenciar</li>



<li>Riscos do licenciamento irregular</li>



<li>Dicas para um processo bem conduzido</li>



<li>Como a tecnologia ajuda na gestão do licenciamento</li>
</ul>



<h2 id="h-1-o-que-e-licenciamento-ambiental" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-197b716c20778d5633240abdfc6dc7e1" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>1. O que é licenciamento ambiental</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O licenciamento ambiental é o processo administrativo pelo qual o órgão ambiental competente autoriza a localização, instalação, ampliação e operação de empreendimentos e atividades que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>utilizam recursos ambientais;</li>



<li>são potencialmente poluidores;</li>



<li>podem, de qualquer forma, causar degradação ambiental.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A obrigação foi estabelecida pelo art. 10 da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938.htm">Lei Federal nº 6.938/1981</a>, que institui a Política Nacional do Meio Ambiente, e regulamentada sobretudo pela <a href="https://www.ibama.gov.br/sophia/cnia/legislacao/MMA/RE0237-191297.PDF">Resolução CONAMA nº 237/1997</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, o Brasil aprovou a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/lei/l15190.htm">Lei nº 15.190/2025</a>, conhecida como Lei Geral do Licenciamento Ambiental (LGLA), que entrou em vigor em 4 de fevereiro de 2026. Essa lei elevou as regras do licenciamento ao status de lei federal, encerrando décadas de dependência de resoluções e decretos fragmentados.</p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%">
<p class="has-text-color has-link-color wp-elements-8a37de0e704e81d2b818d31b85baf596 wp-block-paragraph" style="color:#4d4d4d;font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>O que mudou com a Lei nº 15.190/2025? </strong>A LGLA uniformiza procedimentos que antes variavam de estado para estado. Ela mantém a essência do processo trifásico (LP, LI, LO), mas: moderniza conceitos; cria novas modalidades de licença (como a Licença de Regularização e a Licença Ambiental Especial); reforça a autonomia do órgão licenciador; amplia a digitalização dos processos. Para as empresas, o principal impacto é a maior previsibilidade e segurança jurídica.</p>
</div>
</div>



<p class="wp-block-paragraph">É importante compreender que <strong>licença ambiental não é o mesmo que autorização ambiental</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A licença é o <strong>instrumento principal</strong>, vinculado às três fases do empreendimento.</li>



<li>Autorizações são documentos complementares, como a <a href="https://blog.iusnatura.com.br/supressao-vegetal/">Autorização de Supressão Vegetal (ASV)</a>, que podem ser necessárias em paralelo.&nbsp;</li>
</ul>



<h2 id="h-2-quais-atividades-precisam-de-licenca-ambiental" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-bcaa479a7ceced62123dcf3a05ae6993" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>2. Quais atividades precisam de licença ambiental</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Resolução CONAMA nº 237/1997 (Anexo I), estão sujeitas ao licenciamento as atividades dos seguintes setores:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Extração e tratamento de minerais</li>



<li>Indústria de produtos minerais não metálicos</li>



<li>Indústria metalúrgica</li>



<li>Indústria mecânica</li>



<li>Indústria de material elétrico, eletrônico e comunicações</li>



<li>Indústria de material de transporte</li>



<li>Indústria de madeira</li>



<li>Indústria de papel e celulose</li>



<li>Indústria de borracha</li>



<li>Indústria de couro e peles</li>



<li>Indústria química (incluindo petroquímica e farmacêutica)</li>



<li>Indústria têxtil, de vestuário, calçados e artefatos de tecidos</li>



<li>Indústria de produtos alimentares e bebidas</li>



<li>Indústria de fumo</li>



<li>Indústrias diversas</li>



<li>Obras civis (rodovias, ferrovias, portos, canais, barragens, aterros)</li>



<li>Serviços de utilidade pública (energia, saneamento, telecomunicações)</li>



<li>Transporte, terminais e depósitos</li>



<li>Turismo (hotéis, resorts e complexos em áreas frágeis)</li>



<li>Atividades agropecuárias (projetos de irrigação, desmatamento, criação intensiva)</li>



<li>Uso de recursos naturais (extração de água, caça, pesca comercial)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/lei/l15190.htm">Lei nº 15.190/2025</a> também ampliou as hipóteses de atividades que podem ser dispensadas de licença ou sujeitas a licença simplificada, especialmente no setor agropecuário (cultivos temporários, pecuária extensiva de pequeno porte, pesquisa agropecuária sem intervenção relevante).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista definitiva depende de regulamentação específica por parte do órgão competente.</p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%">
<p class="has-text-color has-link-color wp-elements-718df1d19d1dda3b718bf0e221a27857 wp-block-paragraph" style="color:#4d4d4d;font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Dica prática: </strong>Em caso de dúvida sobre a obrigatoriedade do licenciamento para uma atividade específica, consulte o órgão ambiental competente (IBAMA, órgão estadual ou municipal) antes de iniciar qualquer obra ou operação. A consulta prévia não é obrigatória por lei, mas evita autuações e paralisações.</p>
</div>
</div>



<h2 id="h-3-competencia-quem-faz-o-licenciamento" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-0814352065a928c537d84d73c863011f" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>3. Competência: quem faz o licenciamento</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp140.htm">Lei Complementar nº 140/2011</a> organizou a divisão de competência entre União, estados e municípios. A regra principal é que cada empreendimento é licenciado por <strong>um único ente federativo</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja como funciona:</p>



<h3 id="h-ibama-competencia-federal" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2e6584f767fae295c6f8ed5911752a07" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>IBAMA (competência federal)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Licencia empreendimentos de impacto nacional ou regional, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Projetos localizados em dois ou mais estados</li>



<li>Empreendimentos em terras indígenas, unidades de conservação federais (exceto APAs) ou em zona econômica exclusiva</li>



<li>Atividades militares de grande porte</li>



<li>Projetos com material radioativo (com parecer da CNEN)</li>



<li>Usinas hidrelétricas de grande porte, linhas de transmissão acima de determinada extensão, e outros conforme regulamentação</li>
</ul>



<h3 id="h-orgao-estadual-oema" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-8c8a714a16b8d1897a5fa9034fd3d88e" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Órgão Estadual (OEMA)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Licencia a maioria dos empreendimentos de médio e grande porte, quando os impactos se restringem ao território do estado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplos</strong>: indústrias, mineração em escala regional, aterros sanitários de médio porte, grandes empreendimentos imobiliários em zonas sensíveis.</p>



<h3 id="h-orgao-municipal" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-458d7b25c9a46f630c514f1a96e569dc" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Órgão Municipal</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Licencia atividades de impacto predominantemente local, conforme legislação estadual que defina essa delegação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplos</strong>: pequenos comércios com potencial poluidor, postos de combustível em municípios que optaram por assumir essa competência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://pnla.mma.gov.br/orgaos-licenciadores">Portal Nacional de Licenciamento Ambiental (PNLA)</a> reúne a lista atualizada dos órgãos licenciadores (estaduais, federal e distrital), com informações de contato e legislação aplicável.&nbsp;</p>



<h2 id="h-4-as-tres-etapas-do-licenciamento-lp-li-e-lo" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-068c904647de7b2f6b8d8908177c2ae6" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>4. As três etapas do licenciamento: LP, LI e LO</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A estrutura trifásica do licenciamento ambiental está consolidada na <a href="https://www.ibama.gov.br/sophia/cnia/legislacao/MMA/RE0237-191297.PDF">Resolução CONAMA nº 237/1997</a> e mantida pela<strong> Lei nº 15.190/2025</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada fase corresponde a um momento do ciclo de vida do empreendimento e tem requisitos próprios, conforme detalhado pelo <a href="https://pnla.mma.gov.br/etapas-do-licenciamento">PNLA/MMA</a>.</p>



<h3 id="h-4-1-licenca-previa-lp" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-508ffb997372b265d9fbfc0b61bdf3bb" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>4.1 Licença Prévia (LP)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Licença Prévia aprova a viabilidade ambiental do empreendimento na fase de planejamento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela não autoriza obras nem operação, mas confirma que o projeto pode ser desenvolvido naquele local, estabelecendo as condições e requisitos que deverão ser atendidos nas fases seguintes.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Quando solicitar:</strong> Na fase de planejamento, antes de qualquer obra ou intervenção física.</li>



<li><strong>Validade típica:</strong> De 2 a 5 anos (varia conforme o órgão e o tipo de empreendimento).</li>



<li><strong>Principal estudo exigido (quando aplicável):</strong> EIA/RIMA (Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental), obrigatório para empreendimentos com significativa degradação ambiental, conforme o art. 3º da Resolução CONAMA nº 237/1997.</li>
</ul>



<h4 id="h-documentos-normalmente-exigidos-na-lp" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-ae4a2427bcf260e10b6eac7815fd4314" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:20px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Documentos normalmente exigidos na LP:</strong></h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>EIA/RIMA ou Relatório Ambiental Preliminar (RAP)/Relatório Ambiental Simplificado (RAS), conforme o porte e impacto</li>



<li>Memorial descritivo do empreendimento (características gerais do projeto)</li>



<li>Documentação da empresa (CNPJ, contrato social, representação legal)</li>



<li>Documentação da área (matrícula do imóvel, ART/RRT de responsável técnico)</li>



<li>Certidão de Uso e Ocupação do Solo emitida pela prefeitura municipal</li>



<li>Plantas de localização e situação com coordenadas geográficas</li>



<li>Outros documentos específicos exigidos pelo órgão competente</li>
</ul>



<h3 id="h-4-2-licenca-de-instalacao-li" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-29844a38109fa1267968f81b57b3e8ed" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>4.2 Licença de Instalação (LI)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Licença de Instalação autoriza o início da construção ou implantação do empreendimento, de acordo com os projetos aprovados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Só pode ser solicitada após a obtenção da LP e somente <strong>se todas as condicionantes da LP tiverem sido cumpridas.</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Quando solicitar:</strong> Após a LP e antes do início de qualquer obra física.</li>



<li><strong>Validade típica:</strong> De 3 a 6 anos (variável conforme cronograma de instalação).</li>
</ul>



<h4 id="h-documentos-normalmente-exigidos-na-li" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-fabfa1f0a2c063af66a5109a1b2af2f9" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Documentos normalmente exigidos na LI:</strong></h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Projeto executivo completo (estruturas, sistemas construtivos, layout)</li>



<li>Planos e Programas Ambientais (PBA — Plano Básico Ambiental)</li>



<li>Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil</li>



<li>Cronograma detalhado de instalação com marcos e prazos</li>



<li>Comprovação de atendimento às condicionantes da LP</li>



<li>Projetos de controle ambiental (sistemas de tratamento de efluentes, controle de emissões, drenagem)</li>



<li>Autorização de Supressão Vegetal (ASV), quando aplicável</li>
</ul>



<h3 id="h-4-3-licenca-de-operacao-lo" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1e70c1b7f51c6e47c0af9af0e5b0918a" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>4.3 Licença de Operação (LO)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Licença de Operação autoriza o funcionamento do empreendimento após verificação do cumprimento efetivo das condicionantes das licenças anteriores e da correta implementação dos sistemas de controle ambiental.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Quando solicitar:</strong> Após a conclusão da instalação e antes do início das atividades operacionais.</li>



<li><strong>Validade típica:</strong> De 4 a 10 anos, dependendo do tipo de atividade e da legislação estadual.</li>
</ul>



<h4 id="h-documentos-normalmente-exigidos-na-lo" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-b15feb95f6bd8d38651bb3bd4cf9d575" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Documentos normalmente exigidos na LO:</strong></h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Relatório de cumprimento das condicionantes da LI</li>



<li>As-built (documentação técnica de como o empreendimento foi efetivamente construído)</li>



<li>Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS)</li>



<li>Planos de monitoramento ambiental (efluentes, emissões, ruído, qualidade do ar)</li>



<li>Manual de operação dos sistemas de controle ambiental</li>



<li>Laudos de teste e comissionamento dos sistemas de controle</li>



<li>AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) e outras licenças complementares, quando aplicáveis</li>
</ul>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%">
<p class="has-text-color has-link-color wp-elements-cbc9c917297424d1f05fd2dc055b14a1 wp-block-paragraph" style="color:#4d4d4d;font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Atenção: </strong>obrigações contínuas durante a LODiferentemente da LP e LI, a LO não encerra as obrigações do empreendedor. Durante toda a vigência, a empresa deve cumprir monitoramentos periódicos, apresentar relatórios ao órgão ambiental, manter os sistemas de controle em funcionamento e cumprir os programas ambientais estabelecidos como condicionantes. Saiba mais sobre o tema no artigo do blog da Ius: <a href="https://blog.iusnatura.com.br/condicionantes-ambientais">Tudo sobre as condicionantes ambientais</a>.</p>
</div>
</div>



<h2 id="h-5-prazos-legais" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-80d56d0437e2d285b0fdf33c2a70c58c" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>5. Prazos legais</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www.ibama.gov.br/sophia/cnia/legislacao/MMA/RE0237-191297.PDF">Resolução CONAMA nº 237/1997</a>, em seu art. 14, estabelece as seguintes diretrizes para os prazos do processo de licenciamento:<br><br><em>O órgão ambiental competente </em><strong><em>poderá estabelecer prazos de análise diferenciados para cada modalidade de licença </em></strong><em>(LP, LI e LO), em função das peculiaridades da atividade ou empreendimento, bem como para a formulação de exigências complementares, desde que observado o prazo máximo de </em><strong><em>6 (seis) meses a contar do ato de protocolar o requerimento até seu deferimento</em></strong><em> o</em><strong><em>u indeferimento</em></strong><em>, </em><strong><em>ressalvados os casos em que houver EIA/RIMA e/ou audiência pública</em></strong><em>, quando o </em><strong><em>prazo será de até 12 (doze) meses</em></strong><em>.&nbsp;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>§ 1º &#8211; A contagem do prazo previsto no caput deste artigo será suspensa durante a elaboração dos estudos ambientais complementares ou preparação de esclarecimentos pelo empreendedor.&nbsp;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>§ 2º &#8211; </em><strong><em>Os prazos estipulados no caput poderão ser alterados</em></strong><em>, desde que justificados e com a concordância do empreendedor e do órgão ambiental competente.&nbsp;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o art. 15 determina que, quando o órgão solicitar esclarecimentos ou complementações ao empreendedor, este terá no máximo 4 meses para responder (prazo prorrogável com concordância das partes). Durante esse período, a contagem do prazo do órgão fica suspensa.</p>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%">
<p class="has-text-color has-link-color wp-elements-7c03ab0c8dfa69def193d146f1518cf5 wp-block-paragraph" style="color:#4d4d4d;font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Atenção ao prazo de renovação: </strong>A solicitação de renovação da LO com antecedência mínima de 120 dias garante, por força do art. 18, § 4º da Resolução CONAMA nº 237/1997, a continuidade das atividades enquanto o pedido estiver em análise. Solicitar fora desse prazo pode criar um vácuo de legalidade, expondo a empresa a autuações.</p>
</div>
</div>



<h2 id="h-6-renovacao-da-licenca-de-operacao" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-29250cbdc991fbcaa0c34697f501122f" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>6. Renovação da Licença de Operação</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A renovação da LO não é automática. Ela exige um novo processo perante o órgão ambiental, no qual será avaliado:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o desempenho ambiental da atividade no período anterior</li>



<li>o cumprimento das condicionantes</li>



<li>a necessidade de atualização frente a mudanças na legislação ou no processo produtivo</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O pedido deve incluir, tipicamente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Relatório de cumprimento de condicionantes do período de vigência anterior</li>



<li>Resultados dos monitoramentos ambientais realizados</li>



<li>Eventuais alterações no processo produtivo ou nas instalações</li>



<li>Relatório de gestão de resíduos atualizado</li>



<li>Evidências de atendimento a programas ambientais em andamento</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que mantêm um sistema estruturado de gestão de condicionantes têm processos de renovação significativamente mais ágeis, pois chegam ao pedido com a documentação organizada e sem pendências.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">Com o CAL, sua empresa gerencia requisitos legais de forma eficiente e simplificada.</a></p>



<h2 id="h-7-modalidades-especiais-de-licenca" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-d924514543a377b095f2dbaed7630b21" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>7. Modalidades especiais de licença</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além das três licenças clássicas, existem modalidades alternativas que podem substituir total ou parcialmente o processo padrão, dependendo do impacto e do porte do empreendimento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://pnla.mma.gov.br/etapas-do-licenciamento">PNLA/MMA</a> detalha as principais delas:</p>



<h3 id="h-licenca-ambiental-simplificada-las" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-f35c272d8e9c3f8d80bcfa72ab2fa35d" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Licença Ambiental Simplificada (LAS)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Unifica as três fases em um único processo simplificado. Aplicada a empreendimentos de baixo impacto ambiental, pequeno porte ou microempreendimentos. Os critérios variam por estado.</p>



<h3 id="h-licenca-previa-e-de-instalacao-lpi" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-95cf988a9aece9b72980e24b36cb36c7" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Licença Prévia e de Instalação (LPI)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Combina a LP e a LI em uma única fase, utilizada quando a análise de viabilidade ambiental não depende de estudos complexos e pode ocorrer simultaneamente à aprovação do projeto de implantação.</p>



<h3 id="h-licenca-de-instalacao-e-operacao-lio" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-aa987c9d5c12ac7ca334864daab9ccba" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Licença de Instalação e Operação (LIO)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Unifica as fases de instalação e operação. Permite que o empreendedor obtenha, em um único ato, autorização para construir e depois operar, sem necessidade de novo requerimento.</p>



<h3 id="h-licenca-unica-lu" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1106385859e8ef0a79dc42cf9710df76" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Licença Única (LU)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Substitui integralmente as três licenças em um único documento. Aplicada a atividades de baixo impacto ou temporárias, conforme regulamentação estadual.</p>



<h3 id="h-licenca-de-regularizacao-nova-prevista-na-lei-nº-15-190-2025" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-a9030432d1c8e0c857d0ce65780d6bc7" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Licença de Regularização (nova, prevista na Lei nº 15.190/2025)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Criada pela <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/lei/l15190.htm">LGLA</a>, essa modalidade permite regularizar atividades que já estão operando sem licença, mediante fixação de condicionantes e programas de recuperação. Não elimina as penalidades pelo período de irregularidade, mas cria um caminho formal para a conformidade.</p>



<h3 id="h-licenca-ambiental-especial-lae-nova-prevista-na-lei-nº-15-190-2025" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-cebf0629d12673527a37c4415a188c6d" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Licença Ambiental Especial (LAE, nova, prevista na Lei nº 15.190/2025)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Voltada para empreendimentos estratégicos (como grandes projetos de infraestrutura e mineração de longo ciclo), a LAE oferece maior estabilidade regulatória ao longo da vida útil do projeto.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais no artigo do blog da Ius: <a href="https://blog.iusnatura.com.br/novo-marco-do-licenciamento-legal-na-mineracao/">Novo Marco do Licenciamento Ambiental: mudanças no setor minerário</a>.</p>



<h3 id="h-licenciamento-corretivo" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6b49a4193b42eb59e251bd31347df0a1" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Licenciamento Corretivo</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para empreendimentos já em operação sem licença ou com licença vencida. É um processo geralmente mais lento, mais custoso e sujeito a penalidades, mas indispensável para quem precisa regularizar a situação.</p>



<h2 id="h-8-condicionantes-ambientais-o-que-sao-e-como-gerenciar" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-234ce88a12fc3bed56488bcf0d8c6372" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>8. Condicionantes ambientais: o que são e como gerenciar</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">As condicionantes são cláusulas inseridas nas licenças ambientais que estabelecem obrigações específicas que o empreendedor deve cumprir para manter a validade da autorização.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Elas podem incluir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>monitoramentos periódicos</li>



<li>elaboração de relatórios</li>



<li>implantação de programas socioambientais</li>



<li>restrições operacionais</li>



<li>medidas compensatórias</li>



<li>entre outras exigências.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O órgão ambiental define as condicionantes com base no EIA/RIMA e nas características do empreendimento. As <a href="https://blog.iusnatura.com.br/condicionantes-ambientais/">condicionantes do licenciamento ambiental</a> são verificadas em auditorias ambientais, que podem ser conduzidas pelo próprio órgão licenciador ou por entidades independentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O descumprimento de condicionantes pode gerar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>suspensão ou cassação da licença ambiental</li>



<li>autuações e multas administrativas</li>



<li>embargo das operações</li>



<li>responsabilização civil e, em casos graves, penal</li>



<li>dificuldade ou impossibilidade de renovação da LO</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para empresas com múltiplos empreendimentos ou condicionantes em volume elevado, a gestão manual por planilhas apresenta risco elevado de falhas. Um sistema específico para esse fim reduz esse risco e garante rastreabilidade.</p>



<h2 id="h-9-riscos-do-licenciamento-irregular" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-a5c0ae93418a0d627c0d08ff37b1c762" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>9. Riscos do licenciamento irregular</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Operar sem a licença adequada, com licença vencida ou descumprindo condicionantes é uma infração à <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm">Lei dos Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998)</a> e ao <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/decreto/d6514.htm">Decreto nº 6.514/2008</a> (que regulamenta as infrações e penalidades administrativas).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As consequências são concretas e podem ser graves:</p>



<h3 id="h-sancoes-administrativas" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-19f5c455050eb11157b4cefbaccd5c66" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Sanções administrativas</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>multas de R$ 50 a R$ 50 milhões por infração ambiental (art. 75 da Lei nº 9.605/1998);</li>



<li>embargo total ou parcial das atividades;</li>



<li>suspensão ou cancelamento de registros, licenças e autorizações;</li>



<li>perda ou restrição de incentivos fiscais e acesso a linhas de crédito público.</li>
</ul>



<h3 id="h-responsabilidade-civil" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-cf704a64a7964b56f95fe02cd27bdbf4" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Responsabilidade civil</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>obrigação de reparar danos ambientais causados (responsabilidade objetiva — independente de culpa);</li>



<li>ações de terceiros prejudicados (comunidades vizinhas, por exemplo);</li>



<li>passivos ambientais que comprometem o balanço patrimonial e o valuation da empresa.</li>
</ul>



<h3 id="h-responsabilidade-penal" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9acfc38670d063b69394bacdbeb98a2b" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Responsabilidade penal</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>detenção de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos</strong>, multa, ou ambas as penas, cumulativamente.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Parágrafo único. <strong>A pena é aumentada até o dobro</strong> se o licenciamento da atividade ou do empreendimento for sujeito ao Estudo Prévio de Impacto Ambiental.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>responsabilização de pessoas físicas (diretores, gerentes e técnicos responsáveis);</li>



<li>possibilidade de responsabilização da pessoa jurídica, conforme art. 3º da mesma lei</li>
</ul>



<h3 id="h-riscos-de-negocio" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-0d53124dbe15a498745b2393d519f73e" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Riscos de negócio</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>restrição ao acesso a financiamentos do BNDES e outros bancos de fomento que exigem conformidade ambiental;</li>



<li>dificuldades em processos de auditoria para certificações ISO 14001;</li>



<li>impacto negativo em avaliações ESG;</li>



<li>dificuldade de regularização posterior, especialmente quando já houve degradação ambiental;</li>



<li>danos à imagem da empresa.</li>
</ul>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%">
<p class="has-text-color has-link-color wp-elements-436eecc70cc19cb9f0e71e8345e3dc1c wp-block-paragraph" style="color:#4d4d4d;font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Ponto de atenção: </strong>o licenciamento irregular não prescreve o dano: O dever de reparar danos ambientais é imprescritível no Brasil, conforme jurisprudência consolidada do STJ (REsp 1.120.117/AC). Isso significa que danos ambientais causados durante operação irregular podem ser cobrados indefinidamente, mesmo após a regularização da empresa.</p>
</div>
</div>



<h2 id="h-10-o-que-diferencia-um-licenciamento-bem-conduzido" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1e74a9b0be395d6e278c2446e921938d" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>10. O que diferencia um licenciamento bem conduzido</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um processo de licenciamento mal conduzido pode custar meses de atraso, retrabalhos em estudos ambientais e autuações desnecessárias.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abaixo estão os fatores que mais influenciam o resultado:</p>



<h3 id="h-comece-antes-do-que-parece-necessario" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-59e6c9da704f3240a34ee06aa26b5828" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Comece antes do que parece necessário</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Cada fase do licenciamento pode levar de alguns meses a mais de um ano, dependendo da complexidade do empreendimento e da capacidade técnica do órgão ambiental.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Projetos que precisam de EIA/RIMA e audiência pública podem levar de dois a três anos só para obter a LP. Incorporar esse prazo no cronograma do empreendimento desde o início evita pressão, improviso e custos adicionais.</p>



<h3 id="h-invista-na-qualidade-dos-estudos-ambientais" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-c868ea4f09f7b792d16ef8c71281032c" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Invista na qualidade dos estudos ambientais</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos inconsistentes, incompletos ou com metodologia inadequada são a principal causa de exigências de complementação pelos órgãos ambientais, o que suspende os prazos de análise e atrasa todo o processo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um EIA/RIMA de qualidade custa mais na elaboração, mas economiza tempo e dinheiro na tramitação.</p>



<h3 id="h-mantenha-comunicacao-ativa-com-o-orgao-ambiental" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-ef90671326ed167a624b04dec5ae64e9" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Mantenha comunicação ativa com o órgão ambiental</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A relação com os técnicos do órgão licenciador não precisa ser adversarial. Tirar dúvidas antes de protocolar documentos, responder prontamente às solicitações de complementação e acompanhar o andamento do processo são atitudes que fazem diferença prática no tempo de análise.</p>



<h3 id="h-gerencie-as-condicionantes-de-forma-sistematica" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1bd0de81945d25aa00350e5e6e00a757" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Gerencie as condicionantes de forma sistemática</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Condicionantes não cumpridas no prazo são um dos problemas mais frequentes na gestão ambiental corporativa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com múltiplos empreendimentos e dezenas de condicionantes por licença, é praticamente impossível manter o controle por meios manuais sem risco de falha. A adoção de um sistema específico para esse fim é a prática recomendada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://onegreen.com.br/">Com o Onegreen, sua empresa gerencia todo o processo de licenciamento ambiental de forma otimizada e simplificada!</a></p>



<h3 id="h-cuide-do-relacionamento-com-o-territorio" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-0747870fc32d168fd7961b9c6b1eb158" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Cuide do relacionamento com o território</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Empreendimentos que envolvem comunidades no entorno têm maior probabilidade de sofrer questionamentos durante audiências públicas ou impugnações administrativas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Processos participativos conduzidos com transparência, ainda que não obrigatórios em todos os casos, reduzem conflitos e fortalecem a viabilidade do projeto.</p>



<h3 id="h-atualize-se-sobre-a-legislacao" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-405b34fc3a8de6010a9c33db4016971c" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Atualize-se sobre a legislação</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A entrada em vigor da Lei nº 15.190/2025 trouxe novas modalidades de licença, redefiniu competências e criou obrigações específicas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que dependem de licenciamento ambiental precisam acompanhar as regulamentações complementares que serão publicadas ao longo de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja o resumo completo no artigo da Ius: <a href="https://blog.iusnatura.com.br/novo-licenciamento-ambiental-lei-federal-15190/">O novo licenciamento ambiental: Lei Federal 15.190/2025</a>.</p>



<h2 id="h-11-como-a-tecnologia-apoia-a-gestao-do-licenciamento-ambiental" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-0530716379dcd2fbca383a68f338132a" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>11. Como a tecnologia apoia a gestão do licenciamento ambiental</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A gestão do licenciamento ambiental envolve controle de prazos, armazenamento de documentos, monitoramento de condicionantes, elaboração de relatórios e interlocução com múltiplos órgãos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em empresas com portfólio diversificado de empreendimentos, a complexidade se multiplica rapidamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Softwares especializados permitem centralizar todas essas informações, automatizar alertas de prazo e produzir relatórios consolidados para a gestão e para auditorias.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://onegreen.com.br/">Onegreen</a>, solução da Ius especializada em licenciamento ambiental, oferece funcionalidades como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Controle de projetos e gestão simultânea de múltiplos empreendimentos</li>



<li>Monitoramento do status de cada licença (LP, LI, LO e modalidades alternativas)</li>



<li>Alertas automáticos de prazo de condicionantes e vencimento de licenças</li>



<li>Cronograma de projetos com marcos críticos</li>



<li>Repositório centralizado de documentos do licenciamento</li>



<li>Dashboards e relatórios para apoio à tomada de decisão</li>



<li>Gestão de não conformidades e auditorias</li>
</ul>



<div class="wp-block-columns has-border-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7f4fe6f5 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-color:#d4d4d8;border-style:solid;border-width:1px;border-radius:8px;background-color:#f5f5f5;margin-top:32px;margin-bottom:40px;padding-top:24px;padding-right:32px;padding-bottom:24px;padding-left:32px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%">
<p class="has-text-color has-link-color wp-elements-f335b4fd4366f256223b8a2e932b1b94 wp-block-paragraph" style="color:#4d4d4d;font-size:16px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Conheça o Onegreen: </strong>Software de Gestão do Licenciamento Ambiental<br>Gerencie licenças, condicionantes, programas ambientais e prazos em uma plataforma integrada. Usado por empresas como Gerdau, AngloGold, Usiminas e BRK Ambiental.</p>
</div>
</div>



<p class="wp-block-paragraph">Para empresas que precisam também de gestão de conformidade legal em saúde, segurança e meio ambiente de forma integrada, o <a href="https://www.iusnatura.com.br/cal">CAL (Sistema da Ius)</a> complementa o Onegreen ao manter atualizado o banco de requisitos legais aplicáveis à empresa, com rastreabilidade e evidências de atendimento.&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://onegreen.com.br/licenciamento-ambiental-guia-completo-para-empresas/">Licenciamento Ambiental: guia completo para empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://onegreen.com.br">Onegreen</a>.</p>
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		<item>
		<title>Checklist de Documentos do Licenciamento Ambiental: LP, LI e LO</title>
		<link>https://onegreen.com.br/checklist-de-documentos-do-licenciamento-ambiental-lp-li-e-lo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Lafetá]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 20:36:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ambiente.onegreen.com.br/?p=5865</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guia completo e checklist de documentos para Licenciamento Ambiental (LP, LI e LO) atualizado pela Lei nº 15.190/2025. Evite atrasos no seu processo!</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O licenciamento ambiental é estruturado em três fases principais — Licença Prévia (LP), Licença de Instalação (LI) e Licença de Operação (LO) —, conforme definido pela <a href="https://conama.mma.gov.br/?option=com_sisconama&amp;task=arquivo.download&amp;id=237">Resolução CONAMA nº 237/1997</a> e mantido pela <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2025/lei-15190-8-agosto-2025-797833-publicacaooriginal-176089-pl.html">Lei nº 15.190/2025</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada fase tem exigências documentais próprias, e reunir a documentação correta desde o início é um dos fatores que mais influencia a agilidade do processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo apresenta os documentos de maior recorrência em cada fase, com base na Resolução CONAMA 237/1997 e nas práticas dos principais órgãos estaduais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista exata varia por estado, por tipo de empreendimento e pelo órgão licenciador — federal (IBAMA), estadual (OEMA) ou municipal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Consulte sempre o edital de requerimento do órgão competente antes de protocolar.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do texto, cada documento é classificado como <strong>obrigatório</strong> (exigência presente na legislação federal ou aplicada como regra geral pelo órgão licenciador) ou <strong>condicional</strong> (exigido a depender do tipo, porte ou localização do empreendimento).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://onegreen.com.br/">Onegreen: Software para gestão simplificada do licenciamento ambiental, de ponta à ponta!</a></p>



<h2 id="h-fase-1-licenca-previa-lp" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-b581baee36eacdc020ba420fc5f3b10c" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Fase 1 — Licença Prévia (LP)</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A LP atesta a viabilidade ambiental do empreendimento na fase de planejamento. Ela não autoriza obras nem operação, mas confirma que o projeto pode ser desenvolvido naquele local e estabelece as condições que deverão ser atendidas nas fases seguintes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prazo do órgão para análise:</strong> até 6 meses; até 12 meses quando houver EIA/RIMA e/ou audiência pública (art. 14, CONAMA 237/1997), podendo ser superior conforme os parágrafos 1º e 2º do mesmo artigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Validade típica:</strong> 2 a 5 anos. Após a LP, o empreendedor tem até 2 anos para solicitar a LI, sob pena de caducidade.</p>



<h3 id="h-1-1-documentacao-da-empresa-e-da-area" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-62e58d342398f32e6ceb37c5be8cceea" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>1.1 Documentação da empresa e da área</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto de partida é a documentação institucional e fundiária do empreendimento. São exigidos, como regra geral:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o requerimento de licença ambiental assinado pelo responsável legal (no formulário próprio do órgão ambiental)</li>



<li>o contrato social ou estatuto com a última alteração contratual</li>



<li>a procuração e documentos do representante legal quando aplicável</li>



<li>a matrícula atualizada do imóvel (ou contrato de arrendamento/cessão)</li>



<li>a certidão de uso e ocupação do solo emitida pela prefeitura municipal</li>



<li>a ART ou RRT do responsável técnico pelos estudos ambientais. </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O CNPJ da empresa ou CPF do empreendedor pessoa física é classificado como condicional, dependendo do órgão.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-687564fe585925b2acfd5b60f0da6726" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>1.2 Estudos ambientais</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O tipo de estudo exigido depende do potencial de impacto do empreendimento. O <a href="https://pnla.mma.gov.br/estudos-ambientais">EIA (Estudo de Impacto Ambiental) e o RIMA (Relatório de Impacto Ambiental)</a> são obrigatórios para atividades com significativa degradação ambiental, conforme o art. 3º da Resolução CONAMA nº 237/1997.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para impactos menores, o órgão pode aceitar o RAP (Relatório Ambiental Preliminar) ou o RAS (Relatório Ambiental Simplificado), ambos condicionais e aceitos de forma variável por estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Independentemente do estudo principal, são componentes obrigatórios:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o diagnóstico ambiental da área de influência (meio físico, biótico e socioeconômico)</li>



<li>a identificação e avaliação dos impactos ambientais (diretos, indiretos, positivos e negativos) </li>



<li>a proposta de medidas mitigadoras e compensatórias. </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise de alternativas tecnológicas e locacionais é condicional, sendo componente do EIA quando exigida.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-597b772d2679eaf57cf79771bbdaebf2" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>1.3 Documentação técnica do projeto</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na documentação técnica, são obrigatórios:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o memorial descritivo do empreendimento (características gerais, capacidade, tecnologias e matérias-primas)</li>



<li>a planta de localização com coordenadas geográficas em datum SIRGAS 2000</li>



<li>o mapa de situação em relação a unidades de conservação e APPs</li>



<li>indicação dos corpos hídricos na área de influência (com nome, distâncias e enquadramento conforme a CONAMA 357/2005)</li>



<li>informações sobre a geração estimada de efluentes e resíduos. </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A indicação de supressão de vegetação necessária é condicional, aplicável quando houver intervenção em APP ou Reserva Legal.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-3dbd7423aab5090a4a61640d2ab1233d" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>1.4 Documentos complementares</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A depender do tipo e localização do empreendimento, podem ser exigidos documentos adicionais, todos condicionais:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>outorga do direito de uso de recursos hídricos (quando houver captação ou lançamento de efluentes em corpos hídricos)</li>



<li>anuência do órgão gestor de unidade de conservação (ICMBio ou OEMA), manifestação da FUNAI (quando localizado próximo a terras indígenas)</li>



<li>laudo de arqueologia junto ao IPHAN (para projetos com movimentação de solo em áreas de potencial arqueológico)</li>



<li>anuência da prefeitura ou certidão de conformidade urbanística </li>



<li>estudo de vibração e/ou ruído ambiental</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9fdedce50a7185ca47fec68be30c2b88" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Fase 2 — Licença de Instalação (LI)</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A LI autoriza o início da construção e implantação física do empreendimento. Só pode ser solicitada após a obtenção da LP e desde que todas as condicionantes da LP tenham sido cumpridas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prazo do órgão para análise:</strong> até 6 meses (art. 14, CONAMA 237/1997), podendo ser superior conforme os parágrafos 1º e 2º do mesmo artigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Validade típica:</strong> 3 a 6 anos. Após a LI, o empreendedor tem até 3 anos para iniciar a implantação, sob pena de caducidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-c11beaa993ef0c32cf01129552603b99" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>2.1 Comprovação de atendimento às condicionantes da LP</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de qualquer outra documentação, o empreendedor precisa comprovar o cumprimento das condicionantes estabelecidas na LP.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso inclui o relatório de cumprimento de cada condicionante com as respectivas evidências (laudos, fotos e documentos) e, quando aplicável, a evidência de publicação do EIA/RIMA em Diário Oficial ou jornal de grande circulação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ata ou relatório de audiência pública, com o protocolo de encaminhamento das respostas às questões levantadas, é condicional para os casos em que a audiência foi realizada.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1a253d00d3b1b065210dd349347da13d" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>2.2 Projeto executivo e documentação técnica</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na fase de instalação, o detalhamento técnico avança consideravelmente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">São obrigatórios:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o projeto executivo completo (plantas, cortes, memorial de cálculo e especificações técnicas)</li>



<li>a ART/RRT do responsável técnico pela execução</li>



<li>o cronograma detalhado de instalação com marcos e prazos (incluindo previsão de conclusão e início de operação)</li>



<li>o layout das instalações com localização dos sistemas de controle ambiental</li>



<li>o projeto do sistema de tratamento de efluentes líquidos (ETE/ETL) </li>



<li>o projeto de drenagem pluvial com separação de águas residuais</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">São condicionais:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o projeto de controle de emissões atmosféricas (filtros, lavadores, altura de chaminé e dispersão de poluentes) </li>



<li>o projeto paisagístico ou de revegetação compensatória.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-f74468c9568c208e37673ce385ba273c" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>2.3 Planos e Programas Ambientais (PBA)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Plano Básico Ambiental (PBA) é o conjunto de programas que detalha as medidas de mitigação e controle aprovadas no EIA.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento consolidado do PBA é obrigatório. Os programas específicos variam conforme o empreendimento e os mais frequentes são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Obrigatório em praticamente todos os empreendimentos: o Programa de Gestão de Resíduos Sólidos para a fase de obras.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Condicionais, a depender das características do projeto:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Programa de Controle de Erosão e Sedimentação</li>



<li>Programa de Supressão de Vegetação (com cronograma e responsável pela ASV)</li>



<li>Programa de Resgate e Salvamento da Flora</li>



<li>Programa de Afugentamento e Resgate de Fauna</li>



<li>Programa de Monitoramento da Qualidade da Água (com pontos, parâmetros, frequência e método analítico)</li>



<li>Programa de Comunicação Social e Relacionamento com Comunidades (especialmente quando houve audiência pública)</li>



<li>Programa de Educação Ambiental</li>



<li>Programa de Monitoramento de Ruído e Vibração na fase de obras.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-784615f35de3ccc37415ba06833796db" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>2.4 Autorizações complementares</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Três autorizações podem ser necessárias em paralelo à LI, todas condicionais:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a Autorização de Supressão Vegetal (ASV), emitida pelo órgão ambiental competente</li>



<li>a outorga de recursos hídricos atualizada, quando aplicável</li>



<li>a autorização para movimentação de terra em APP, quando houver intervenção nessa área</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-abdeaf85f01518af9abf046e940e22b7" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Fase 3 — Licença de Operação (LO)</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A LO autoriza o início das atividades operacionais após verificação do cumprimento efetivo das condicionantes da LI e da correta implantação dos sistemas de controle ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prazo do órgão para análise:</strong> até 6 meses (art. 14, CONAMA 237/1997), podendo ser superior conforme os parágrafos 1º e 2º do mesmo artigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Validade típica:</strong> 4 a 10 anos. A solicitação de renovação deve ser feita com antecedência mínima de 120 dias do vencimento (art. 18, §4º, CONAMA 237/1997) — esse prazo garante a continuidade das operações enquanto o pedido está em análise.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-dd10401dfb4ac07287abf742e9113d1d" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>3.1 Comprovação de cumprimento das condicionantes da LI</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">São obrigatórios:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o relatório de cumprimento de todas as condicionantes da LI (com evidências por condicionante, como fotos, laudos e relatórios)</li>



<li>o relatório de andamento ou conclusão de cada programa ambiental do PBA (com o status de cada programa: em execução, concluído ou resultado alcançado) </li>



<li>o registro fotográfico das obras e sistemas instalados</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1f8db60d25c518e306bcd4e7d1ede57b" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>3.2 Documentação técnica da obra concluída (as-built)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A documentação as-built é integralmente obrigatória e deve ser elaborada por responsável técnico com ART/RRT. Abrange:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>as plantas do empreendimento conforme construído,</li>



<li>o as-built específico dos sistemas de controle ambiental (ETE, sistemas de controle de emissão e drenagem)</li>



<li>o manual de operação dos sistemas de controle ambiental (com procedimentos, responsáveis e parâmetros de referência) </li>



<li>os laudos de teste e comissionamento dos sistemas, comprovando que operam dentro dos parâmetros aprovados. </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O certificado de capacitação dos operadores é condicional, quando exigido pelo órgão.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-f64eeba777f555761e4145591dde68d4" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>3.3 Planos de gestão operacional</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para a operação, são obrigatórios:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o PGRS (Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos) da fase operacional, com tipos de resíduo, volume estimado, acondicionamento e destinação final</li>



<li>o plano de monitoramento de efluentes líquidos, com parâmetros, frequência, laboratório e limites estabelecidos na LI</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">São condicionais:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o plano de monitoramento de emissões atmosféricas</li>



<li>o plano de monitoramento de ruído ambiental</li>



<li>o Plano de Gerenciamento de Riscos (PGR) com Programa de Automonitoramento (para empreendimentos com risco de acidentes ambientais)</li>



<li>o Plano de Ação de Emergência Ambiental (PAE) para atividades com risco de derramamento, explosão ou emissão acidental.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-57a2d1900dee1981d155159b1351a384" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:22px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>3.4 Licenças e autorizações complementares à operação</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para operar regularmente, além da LO em si, são obrigatórios:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros)</li>



<li>alvará de funcionamento municipal </li>



<li>CTF/APP (Cadastro Técnico Federal no IBAMA) para atividades listadas no Anexo VIII da Lei 6.938/1981, necessário para a emissão da TCFA.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">São condicionais:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>outorga de uso de recursos hídricos para a fase operacional (quando houver captação ou lançamento de efluentes)</li>



<li>licença sanitária da VISA (para indústrias alimentícias, farmacêuticas e de saúde)</li>



<li>licença de operação do sistema de tratamento de resíduos quando terceirizado</li>



<li>o certificado de conformidade do veículo transportador de resíduos quando aplicável.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-8f0c6ff8d2a07dcbfacc24e00b6beb3b" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Renovação da LO — Documentos e Evidências</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A renovação da LO não é automática e exige um novo processo perante o órgão ambiental. O pedido deve ser protocolado com antecedência mínima de 120 dias do vencimento — dentro desse prazo, a empresa pode continuar operando enquanto a análise está em curso (art. 18, §4º, CONAMA 237/1997).</p>



<p class="wp-block-paragraph">São obrigatórios para a renovação:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>requerimento de renovação no formulário do órgão (diferente do requerimento de primeira emissão)</li>



<li>relatório de desempenho ambiental do período de vigência (síntese dos monitoramentos, programas e condicionantes no período)</li>



<li>relatório consolidado de cumprimento de condicionantes do período completo (com evidências e status de cada uma)</li>



<li>resultados analíticos dos monitoramentos dos últimos 12 meses ou conforme o período exigido pelo órgão (efluentes, emissões, ruído)</li>



<li>PGRS atualizado com registros de destinação final (Manifestos de Transporte de Resíduos</li>



<li>relatórios dos programas ambientais em execução</li>



<li>registro de eventuais acidentes ambientais </li>



<li>ações corretivas adotadas</li>



<li>CTF/APP atualizado com a TCFA recolhida em dia.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">São condicionais:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>evidência de alterações no processo produtivo que possam influenciar os impactos já avaliados</li>



<li>novos laudos técnicos quando exigidos por atualização de padrões normativos</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que mantêm um sistema estruturado de gestão de condicionantes chegam ao processo de renovação com documentação organizada e sem pendências, o que torna o processo significativamente mais ágil.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-70db3611a9313823c771f87cfacff368" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Como a tecnologia apoia a gestão do licenciamento ambiental</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A gestão do licenciamento ambiental envolve controle de prazos, armazenamento de documentos, monitoramento de condicionantes, elaboração de relatórios e interlocução com múltiplos órgãos. Em empresas com portfólio diversificado de empreendimentos, a complexidade se multiplica rapidamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Softwares especializados permitem centralizar todas essas informações, automatizar alertas de prazo e produzir relatórios consolidados para a gestão e para auditorias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://onegreen.com.br/"><strong>Onegreen</strong></a>, solução da Ius especializada em licenciamento ambiental, oferece funcionalidades como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>controle de projetos e gestão simultânea de múltiplos empreendimentos</li>



<li>monitoramento do status de cada licença (LP, LI, LO e modalidades alternativas)</li>



<li>alertas automáticos de prazo de condicionantes </li>



<li>vencimento de licenças</li>



<li>cronograma de projetos com marcos críticos</li>



<li>repositório centralizado de documentos</li>



<li>dashboards e relatórios para apoio à tomada de decisão</li>



<li>gestão de não conformidades e auditorias.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://onegreen.com.br/"><strong>Conheça o Onegreen</strong></a> — gerencie licenças, condicionantes, programas ambientais e prazos em uma plataforma integrada, utilizada por empresas como Gerdau, AngloGold, Usiminas e BRK Ambiental.</p>
<p>O post <a href="https://onegreen.com.br/checklist-de-documentos-do-licenciamento-ambiental-lp-li-e-lo/">Checklist de Documentos do Licenciamento Ambiental: LP, LI e LO</a> apareceu primeiro em <a href="https://onegreen.com.br">Onegreen</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Não conformidade com a Lei nº 15.190/2025: quais os riscos para a sua empresa</title>
		<link>https://onegreen.com.br/nao-conformidade-com-a-lei-no-15-190-2025-quais-os-riscos-para-a-sua-empresa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Lafetá]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 20:36:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ambiente.onegreen.com.br/?p=5809</guid>

					<description><![CDATA[<p>Operar fora da nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental gera sanções administrativas, responsabilidade civil e criminal. Entenda os riscos da não conformidade e como se proteger.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A entrada em vigor da <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2025/lei-15190-8-agosto-2025-797833-publicacaooriginal-176089-pl.html">Lei nº 15.190/2025</a>, a Lei Geral do Licenciamento Ambiental (LGLA), em 4 de fevereiro de 2026, elevou o licenciamento ao status de lei federal e trouxe mais previsibilidade para as empresas. Mas, junto com a segurança jurídica, vieram regras mais claras sobre o que acontece quando uma empresa opera fora da conformidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o ponto central é: <strong>não estar em conformidade com a LGLA é um risco jurídico, de negócio, de reputação e de acesso a capital.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo, você vai entender:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>os três tipos de responsabilização previstos na legislação</li>



<li>os impactos diretos sobre o financiamento&nbsp;</li>



<li>o valuation da empresa, e o que muda para os setores mais sensíveis</li>
</ul>



<h2 id="h-o-que-voce-vai-encontrar-neste-artigo" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2faea1d1c3dcbcd3e5376efe35f2bb82" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>O que você vai encontrar neste artigo</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>As sanções administrativas previstas na LGLA</li>



<li>A responsabilidade civil por danos ambientais</li>



<li>A responsabilidade criminal e o risco transferido ao responsável técnico</li>



<li>Os impactos para ESG e acesso a capital</li>



<li>Os setores que mais sentem as mudanças</li>



<li>Como reduzir o risco de não conformidade</li>
</ul>



<h2 id="h-sancoes-administrativas-o-impacto-mais-imediato" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6170b4ae6ea531d4f64978544f5c5530" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Sanções administrativas: o impacto mais imediato</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">As sanções administrativas são a primeira camada de consequência para quem opera em desacordo com a lei. São aplicadas pelo próprio órgão ambiental e atingem diretamente a continuidade da operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as principais previstas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Suspensão ou cancelamento de licença</strong> (art. 16 da LGLA) — a empresa pode perder a autorização para operar a qualquer momento.</li>



<li><strong>Embargo de obras e paralisação de atividades</strong> — a operação simplesmente para, com todos os custos que isso implica.</li>



<li><strong>Multas proporcionais ao porte do empreendimento</strong> — quanto maior a operação, maior o valor.</li>



<li><strong>Restrição de acesso a crédito público</strong> — a irregularidade fecha portas de financiamento.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale lembrar que essas sanções se somam ao histórico já consolidado da Lei dos Crimes Ambientais (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm">art. 75 da Lei nº 9.605/1998</a>), que prevê multas que vão de R$ 50 a R$ 50 milhões por infração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto crítico aqui é o tempo: uma paralisação ou embargo costuma chegar sem aviso prévio para a empresa que está fora da conformidade e raramente há margem para regularizar a situação no curto prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Acompanhe seus prazos antes que eles virem multa.</em></strong><em>&nbsp;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Na</em><a href="https://onegreen.com.br/"><em> </em><em>Onegreen</em></a><em>, você monitora o status de cada licença, com apoio de alertas automáticos de vencimento e condicionantes, evitando que a sua empresa seja surpreendida por uma suspensão.</em><a href="https://onegreen.com.br/"><em>&nbsp;</em></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://onegreen.com.br/"><em>Conheça a plataforma.</em></a></p>



<h2 id="h-responsabilidade-civil-o-passivo-que-nao-prescreve" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4cabff716fe4db71105299d9687670a0" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Responsabilidade civil: o passivo que não prescreve</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A responsabilidade civil ambiental funciona de forma diferente da maioria das obrigações jurídicas, o que a torna tão perigosa para o negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, a responsabilidade por danos ambientais é <strong>objetiva</strong>: ou seja, basta comprovar o dano e o nexo com a atividade. <strong>Não é preciso provar culpa.</strong> Se houve degradação, há dever de reparar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros pontos que ampliam a exposição da empresa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Solidariedade com contratados e subcontratados</strong> — a empresa pode responder por danos causados por terceiros ao longo da cadeia.</li>



<li><strong>Passivos que impactam valuation e processos de M&amp;A</strong> — um passivo ambiental mal resolvido derruba o valor da empresa em qualquer negociação.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">E há um detalhe que costuma passar despercebido: <strong>o dever de reparar dano ambiental é imprescritível</strong>, conforme jurisprudência consolidada do STJ (REsp 1.120.117/AC). Na prática, isso significa que danos causados durante uma operação irregular podem ser cobrados <strong>indefinidamente</strong>, mesmo anos depois de a empresa ter regularizado a situação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja: regularizar para o futuro não apaga o passivo do período irregular.</p>



<h2 id="h-responsabilidade-criminal-o-risco-que-recai-sobre-o-cpf" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-a8684b1b396121b640387e23b3c07c11" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Responsabilidade criminal: o risco que recai sobre o CPF</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez a mudança de percepção mais importante seja esta: a não conformidade ambiental não atinge apenas o CNPJ da empresa. Ela pode recair sobre as pessoas físicas responsáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A LGLA reforça o que já estava na <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm">Lei nº 9.605/1998 (art. 60)</a>, e os pontos de atenção são claros:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Crime ambiental</strong> com responsabilização penal de gestores e técnicos.</li>



<li><strong>Informações falsas no licenciamento</strong> — especialmente na modalidade autodeclaratória (LAC) — configuram crime de forma imediata.</li>



<li><strong>Risco transferido ao CPF do responsável técnico</strong> — quem assina os estudos e declarações responde pessoalmente.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A pena prevista vai de detenção de 6 meses a 2 anos, multa, ou ambas — e pode ser <strong>aumentada até o dobro</strong> quando a atividade exige Estudo Prévio de Impacto Ambiental (EIA/RIMA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse ponto muda a forma como a conformidade deve ser tratada internamente. Não é mais uma questão &#8220;do jurídico&#8221; ou &#8220;do ambiental&#8221;, mas uma exposição direta dos profissionais que assinam os documentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Garanta rastreabilidade em cada documento e evidência. Com o</em></strong><a href="https://onegreen.com.br/"><strong><em> </em></strong><strong><em>Onegreen</em></strong></a><strong><em>, todo o histórico de condicionantes, laudos e programas ambientais fica centralizado e auditável — protegendo a empresa e os responsáveis técnicos contra falhas de documentação.</em></strong></p>



<h2 id="h-impactos-esg-e-acesso-a-capital" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-0a0ce9e9a6ce427078ee5de032aa390e" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Impactos ESG e acesso a capital</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para além das sanções e responsabilizações, a não conformidade tem um efeito que cresce a cada ano: o fechamento de portas no mercado de capitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conformidade ambiental virou pré-requisito, não diferencial:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Investidores ESG</strong> exigem due diligence ambiental robusta como condição básica para alocar recursos.</li>



<li><strong>Passivos de licenciamento</strong> pesam diretamente nas avaliações em processos de M&amp;A.</li>



<li><strong>BNDES e financiadores internacionais</strong> condicionam a liberação de crédito à regularidade ambiental.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outras palavras, uma pendência de licenciamento que parecia &#8220;administrativa&#8221; pode inviabilizar uma rodada de captação, travar uma operação de crédito ou derrubar uma negociação de venda.&nbsp;</p>



<h2 id="h-os-setores-que-mais-sentem-as-mudancas" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-0b990db840ecedcfea65db4fef3d27a2" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Os setores que mais sentem as mudanças</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A LGLA não impacta todos os setores da mesma forma. Alguns enfrentam regras mais rígidas e zonas de incerteza:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Mineração</strong> — incluída na LGLA, mas sem dispositivo específico, o que gera insegurança jurídica. A licença autodeclaratória (LAC) é vedada para atividades minerárias, e o procedimento ordinário (LP → LI → LO) é obrigatório, com rigor ainda maior em biomas protegidos.</li>



<li><strong>Energia</strong> — usinas e linhas de transmissão podem ser enquadradas na Licença Ambiental Especial (LAE) como &#8220;estratégicas&#8221;, o que pode sujeitar prazos a decretos políticos.</li>



<li><strong>Petróleo &amp; Gás</strong> — setor de alto impacto, com procedimento ordinário trifásico obrigatório e condicionantes vinculadas ao nexo causal.</li>



<li><strong>Saneamento</strong> — exige EIA apenas em casos excepcionais, com simplificação para obras em sistemas já existentes.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atenção:</strong> empreendimentos próximos a biomas, Terras Indígenas (TIs) ou Unidades de Conservação (UCs) terão <strong>processos mais rigorosos</strong>, com manifestação obrigatória da FUNAI e do IPHAN. Ignorar comunidades em áreas de demarcação pode gerar passivos graves e liminares judiciais.</p>



<h2 id="h-como-reduzir-o-risco-de-nao-conformidade" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-92153cf6658956678bd748e360278a67" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Como reduzir o risco de não conformidade</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria das não conformidades não da <strong>perda de controle</strong>. Prazos que vencem sem aviso, condicionantes esquecidas, documentos espalhados e relatórios montados às pressas na véspera de uma auditoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para empresas com múltiplos empreendimentos e dezenas de condicionantes por licença, manter esse controle por planilhas e e-mails é praticamente impossível sem risco de falha. E, como vimos, <strong>cada falha pode se transformar em multa, embargo, passivo imprescritível ou exposição criminal </strong>de um responsável técnico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A boa notícia é que esse é exatamente o tipo de risco que pode ser estruturado e antecipado.</p>



<h2 id="h-como-a-tecnologia-apoia-a-gestao-do-licenciamento-ambiental" class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6401207189dc0092fdd4e34ec5f0eda7" style="margin-top:32px;margin-bottom:32px;font-size:28px;font-style:normal;font-weight:500"><strong>Como a tecnologia apoia a gestão do licenciamento ambiental</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A gestão do licenciamento ambiental envolve controle de prazos, armazenamento de documentos, monitoramento de condicionantes, elaboração de relatórios e interlocução com múltiplos órgãos. Em empresas com portfólio diversificado de empreendimentos, a complexidade se multiplica rapidamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Softwares especializados permitem centralizar todas essas informações, automatizar alertas de prazo e produzir relatórios consolidados para a gestão e para auditorias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O<a href="https://onegreen.com.br/"> Onegreen</a>, solução da Ius especializada em licenciamento ambiental, oferece funcionalidades como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>controle de projetos e gestão simultânea de múltiplos empreendimentos</li>



<li>monitoramento do status de cada licença (LP, LI, LO e modalidades alternativas)</li>



<li>alertas automáticos de prazo de condicionantes</li>



<li>vencimento de licenças</li>



<li>cronograma de projetos com marcos críticos</li>



<li>repositório centralizado de documentos</li>



<li>dashboards e relatórios para apoio à tomada de decisão</li>



<li>gestão de não conformidades e auditorias.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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			</item>
		<item>
		<title>O que esperar da COP30 e por que as novas metas podem mudar seu negócio</title>
		<link>https://onegreen.com.br/o-que-esperar-da-cop30-e-por-que-as-novas-metas-podem-mudar-seu-negocio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Onegreen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A COP30, que acontecerá em novembro de 2025, transformará Belém do Pará no epicentro das discussões globais sobre clima. Mais do que uma conferência técnica, o evento promete influenciar políticas públicas, investimentos e estratégias empresariais em todo o mundo. Os preparativos já revelam os desafios de sediar um encontro dessa magnitude na Amazônia: a cidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p id="ember1430" class="ember-view reader-text-block__paragraph">A COP30, que acontecerá em novembro de 2025, transformará Belém do Pará no epicentro das discussões globais sobre clima. Mais do que uma conferência técnica, o evento promete influenciar políticas públicas, investimentos e estratégias empresariais em todo o mundo.</p>
<p id="ember1431" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Os preparativos já revelam os desafios de sediar um encontro dessa magnitude na Amazônia: a cidade enfrenta um déficit de hospedagem, o que elevou os preços a níveis inéditos. Para evitar que delegações de países em desenvolvimento fiquem de fora, a ONU ampliou o valor diário destinado a subsídios de estadia, e recomendações oficiais pedem que equipes sejam mais enxutas.</p>
<p id="ember1432" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Enquanto isso, o governo brasileiro mantém a posição de que os custos da organização já são elevados, descartando um subsídio mais amplo para hotéis.</p>
<p id="ember1433" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Nos bastidores, cresce também a pressão para que as nações apresentem <strong>NDCs (Contribuições Nacionalmente Determinadas)</strong>mais ambiciosas antes do encontro. A ONU quer que os compromissos para 2030 sejam fortalecidos e que surjam metas de médio prazo, mirando 2035.</p>
<p id="ember1434" class="ember-view reader-text-block__paragraph">O Brasil, anfitrião da conferência, sugere inovar ao ampliar o escopo das metas, permitindo que governos locais e empresas assumam compromissos formais – um movimento que pode criar novas oportunidades de financiamento, mas também expor companhias a cobranças por resultados concretos.</p>
<p id="ember1435" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Para o setor privado, o cenário é claro: a COP30 será mais do que um palco de discursos. A conferência tende a consolidar regras mais duras de emissões, estimular incentivos fiscais para tecnologias limpas e reforçar a atenção de investidores sobre o alinhamento das empresas às metas climáticas.</p>
<p id="ember1436" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Modelos de negócios baseados em carbono ou cadeias produtivas intensivas em emissões precisarão acelerar planos de transição para manter competitividade e reputação.</p>
<p id="ember1437" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Os próximos meses dirão se os países apresentarão metas revisadas à altura da urgência climática e se o papel de atores não estatais será incorporado formalmente. Também será decisivo observar se a logística em Belém permitirá participação ampla de delegações, ONGs e sociedade civil, garantindo legitimidade ao processo.</p>
<p id="ember1438" class="ember-view reader-text-block__paragraph">A COP30 pode ser o momento em que o discurso sobre sustentabilidade se traduz, de fato, em exigências econômicas, regulatórias e reputacionais. Para empresas, antecipar riscos, inovar e comunicar compromissos claros será essencial para navegar no cenário pós-Belém.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Por que 2025 será um ano decisivo para o licenciamento ambiental?</title>
		<link>https://onegreen.com.br/por-que-2025-sera-um-ano-decisivo-para-o-licenciamento-ambiental/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Onegreen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ambiente.onegreen.com.br/por-que-2025-sera-um-ano-decisivo-para-o-licenciamento-ambiental/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, o licenciamento ambiental passou por uma verdadeira transformação. A digitalização, a pressão por transparência e a integração com relatórios ESG fizeram com que esse processo, antes visto como burocrático, passasse a ser reconhecido como estratégico para a sustentabilidade e a reputação das empresas. Em 2025, a tendência é de aceleração dessas mudanças, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p id="ember722" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Nos últimos anos, o licenciamento ambiental passou por uma verdadeira transformação. A digitalização, a pressão por transparência e a integração com relatórios ESG fizeram com que esse processo, antes visto como burocrático, passasse a ser reconhecido como <strong>estratégico para a sustentabilidade e a reputação das empresas</strong>.</p>
<p id="ember723" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Em 2025, a tendência é de aceleração dessas mudanças, com <strong>novas regras, ferramentas tecnológicas e maior rigor regulatório</strong>. Empresas que se anteciparem terão não só mais segurança jurídica, como também <strong>vantagem competitiva</strong>.</p>

<h3 id="ember724" class="ember-view reader-text-block__heading-3">1. Fiscalização mais rigorosa e baseada em dados</h3>
<p id="ember725" class="ember-view reader-text-block__paragraph">A atuação dos órgãos ambientais deve se tornar ainda mais intensa, apoiada pelo uso de <strong>plataformas digitais de monitoramento</strong>. Isso significa menos espaço para descumprimentos de condicionantes e maior possibilidade de auditorias preventivas.   Em outras palavras, não basta “ter” a licença: será cada vez mais necessário <strong>demonstrar evidências em tempo real</strong> de que todas as exigências estão sendo cumpridas.</p>

<h3 id="ember726" class="ember-view reader-text-block__heading-3">2. Digitalização total dos processos</h3>
<p id="ember727" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Enquanto alguns estados ainda mantêm fluxos híbridos (papel + digital), a previsão é de que 2025 consolide a <strong>migração para sistemas 100% eletrônicos</strong>. Isso trará mais transparência, agilidade e padronização, mas também exigirá das empresas <strong>organização interna e dados bem estruturados</strong>.</p>

<h3 id="ember728" class="ember-view reader-text-block__heading-3">3. ESG como aliado (e pressão adicional)</h3>
<p id="ember729" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Se antes o licenciamento era tratado isoladamente, agora ele se conecta diretamente às métricas de <strong>ESG (Environmental, Social and Governance)</strong>. O não cumprimento de condicionantes pode gerar impacto direto na <strong>imagem corporativa e na atração de investimentos</strong>, já que investidores estão cada vez mais atentos às práticas ambientais.</p>

<h3 id="ember730" class="ember-view reader-text-block__heading-3">4. Mudanças regulatórias no horizonte</h3>
<p id="ember731" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Entre as propostas que devem avançar em 2025, destacam-se:</p>

<ul>
 	<li>Revisão dos prazos de validade das licenças, com maior flexibilização para atividades de baixo impacto.</li>
 	<li>Exigência de <strong>planos de mitigação climática</strong> vinculados ao processo de licenciamento.</li>
 	<li>Ampliação de mecanismos de participação social em audiências públicas.</li>
</ul>
<p id="ember733" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Essas mudanças reforçam a necessidade de <strong>acompanhar de perto o cenário legislativo</strong> para evitar surpresas.</p>

<h3 id="ember734" class="ember-view reader-text-block__heading-3">5. Tecnologia, IA e Big Data</h3>
<p id="ember735" class="ember-view reader-text-block__paragraph">A inteligência artificial já começa a ser utilizada por órgãos ambientais e empresas para:</p>

<ul>
 	<li>Processar grandes volumes de informações ambientais;</li>
 	<li>Prever riscos e impactos de atividades;</li>
 	<li>Automatizar etapas repetitivas de análise.</li>
</ul>
<p id="ember737" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Para as empresas, isso significa a necessidade de <strong>alimentar sistemas com dados consistentes e de qualidade</strong>, a fim de responder de forma mais ágil às demandas regulatórias.</p>

<h3 id="ember738" class="ember-view reader-text-block__heading-3">Como sua empresa pode se preparar?</h3>
<ul>
 	<li><strong>Automatize</strong>: centralize licenças e condicionantes em um sistema único de gestão.</li>
 	<li><strong>Monitore prazos preventivamente</strong>: evite multas e embargos mantendo alertas ativos.</li>
 	<li><strong>Atualize a equipe</strong>: invista em capacitação contínua sobre normas ambientais e tendências ESG.</li>
 	<li><strong>Adapte-se à tecnologia</strong>: prepare-se para integrar dados e relatórios em plataformas digitais e inteligentes.</li>
</ul>
<p id="ember740" class="ember-view reader-text-block__paragraph">O licenciamento ambiental em 2025 será mais que uma obrigação: será um <strong>indicador de maturidade e responsabilidade corporativa</strong>. As empresas que enxergarem esse processo como parte essencial da sua estratégia de governança estarão mais bem posicionadas para crescer de forma sustentável e conquistar a confiança do mercado.</p>


<hr class="reader-divider-block__horizontal-rule" />
<p id="ember741" class="ember-view reader-text-block__paragraph">E você, como acredita que essas mudanças vão impactar o seu setor?</p>
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